Le evolution human

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Le evolution human es un del areas plus discutite del biologia. Il habeva un epocha in que le paleoanthropologos lo videva como un processo quasi linear, con un numero relativemente parve de ramos in le arbore familiar human. Ma in le ultime annos discoperimentos nove de fossiles revelava que al minus un medie dozena de species de hominides pote haber vivite in alicun momento de nostre historia evolutionari. Lo que es interessante es que omne le familia de hominides, nos es le sol specie que remane.

Le hominides surgeva quando nostre ancestres finalmente se separava del simias, un division evolutionari datate actualmente ante inter 6 e 8 milliones de annos. Un grande numero de fossiles indica clarmente que le hominides surgeva in Africa e postea se propagava a altere partes del mundo.

Le prime membros del familia–qui pertine al genere Ardpithecus–habeva multe characteristicas simile a illos del simias, ma le australopithecines, qui les seqeva, habeva le postura erecte, tanto como un cerebro un pauco plus grande.

Le Homo habilis, qui surgeva ante circa 2,4 milliones de annos, marcava le comenciamento del lineage que vaderea directemente a nos. Iste hominide esseva le prime capace de facer utensilios que nos ha potite observar, e probabilemente le ultime de nostre ancestres a viver exclusivemente in Africa.

Su successor, o Homo erectus, tamen se propagava per Europa e anque per Asia. Habente apparite ante circa 2 milliones de annos, ille specie esseva multo plus habile in le construction de utensilios, e cineres trovate in sitos de fossiles indica que ille anque faceva uso del foco. Totevia existe dubitas sur nostre evolution, e studios recente indica le coexistentia durante al minus un medie million de annos, inter Homo habilis e Homo erectus.

Il ha duo explicationes confligente sur le evolution human. Secundo le hypothese multiregional, le humanos moderne evolueva desde Homo erectos in diverse partes del mundo. Normalmente, ille tipo de processo producerea diverse species separate, ma le multiregionalistas crede que le prime humanos sovente cruciava inter se, preveniente le formation de species local.

Un altere hypothese es que humanos moderne evolueva in Africa e postea migrava a altere partes del mundo, reimplaciante le hominides que jam se trovava illac.

Pro resolver ille question, le evidentias que veni de humanos vive es tan importante como illos que veni del fossiles. Ille datos moderne esseva derivate del parve DNA circular trovate in le mitochondria–le fabricas energetic del cellulas vive.

Al contrario del DNA trovate in le nucleo del cellulas, le DNA mitochondrial (SNAmt) es un hereditage intacte completemente materne. Le resultato es que le sol cambios es le mutationes aleatori, que se establi con le passage del tempore. Desde le fin del annos 1980, on ha essayate a leger iste horologio DNAmt pro datar le plus recente ancestre commun a omne le personas qui vive in le Terra.

Usque nunc, datos obtenite desde le DNAmt indica que le humanos moderne surgeva in Africa ante inter 140 mille e 300 mille annos. Alicun recercatores suppone que illes emigrava del Africa in un sol unda, forsan ante 50 mille annos, ma secundo studios genetic recente, il pote haber habite diverse undas, e le migration anque pote haber occurite in le direction inverse. Ben que le datas precise remane incognite, le DNAmt human es multo simile in personas in omne le partes del mundo, indicante que nostre specie totevia es juvene. In altere primates, le DNAmt es multo plus diversificate.

Si le hypothese del origine African es ver, que passava al hominides qui jam se trovava in Europa e in Asia quando arrivava le homines moderne? In ille epocha, ille habitantes esseva le neanderthales, hominides de structura forte con un cranio plus grande que illos del homines actual.

Alicun paleoanthropologos crede que le neanderthales se misceva con le homines moderne, ma le majoritate suspecta que illes habeva un destino plus desolate. In despecto del grandor de lor cranios, illes esseva superate technologicamente per le homines moderne. Pro exemplo, il pare que le neanderthales nunquam inventava armas que poteva esser jectate. Post milles de annos de esser marginalisate, illes deveniva extincte.

A evolução humana é uma das áreas mais discutidas da biologia. Houve época em que os paleoantropólogos a viam como um processo quase linear, com um número relativamente pequeno de ramos na árvore familiar humana. Mas nos últimos anos novas descobertas de fósseis revelaram que pelo menos meia dúzia de espécies de hominídeos podem ter vivido em algum momento de nossa história evolutiva. O interessante é que, de toda a família de hominídeos, nós somos a única espécie que permanece.

Os hominídeos surgiram quando nossos ancestrais finalmente se separaram dos macacos, divisão evolutiva datada atualmente entre 6 e 8 milhões de anos atrás. Um grande número de fósseis deixa claro que os hominídeos surgiram na África e depois se espalharam para outras partes do mundo.

Os primeiros membros da família –pertencentes ao gênero Ardipithecus– tinham muitas características semelhantes às dos macacos, mas os australopitecinos, que os seguiram, tinham a postura ereta, assim como o cérebro ligeiramente maior.

O Homo habilis, que surgiu cerca de 2,4 milhões de anos atrás, marcou o início da linhagem que levaria diretamente a nós. Este hominídeo foi o primeiro capaz de fazer ferramentas de que se tem notícia, e provavelmente o último de nossos ancestrais a viver exclusivamente na África.

Em contrapartida, seu sucessor, o Homo erectus, se espalhou pela Europa e também pela Ásia. Tendo surgido há aproximadamente 2 milhões de anos, essa espécie era muito mais hábil na construção de ferramentas, e cinzas encontradas em sítios de fósseis indicam que também fez uso do fogo. Ainda existem dúvidas sobre a nossa evolução, e estudos recentes indica a coexistência, durante pelo menos meio milhão de anos, entre Homo habilis e Homo erectus.

Há duas explicações conflitantes a respeito da evolução humana. Segundo a hipótese multirregional, os humanos modernos evoluíram a partir do Homo erectus em várias partes diferentes do mundo. Normalmente, esse tipo de processo produziria várias espécies separadas, mas os multirregionalistas acreditam que os primeiros humanos freqüentemente cruzavam entre si, impedindo a formação de espécies locais.

Outra hipótese é de que os humanos modernos evoluíram na África e depois migraram para outras partes do mundo, substituindo os hominídeos que já se encontravam ali.

Para resolver essa questão, as evidências fornecidas por seres humanos vivos são tão importantes quanto aquelas fornecidas pelos fósseis. Esses dados modernos foram tirados do pequeno DNA circular encontrado na mitocôndria–as usinas energéticas das células vivas.

Ao contrário do DNA encontrado no núcleo das células, o DNA mitocondrial (DNAmt) é uma herança intacta inteiramente materna. O resultado é que as únicas mudanças são as mutações aleatórias, que se estabelecem ao longo do tempo. Desde o final dos anos 1980, vêm sendo feitas tentativas para ler esse relógio DNAmt, para datar o mais recente ancestral comum a todas as pessoas que vivem na Terra.

Até agora, dados obtidos a partir do DNAmt indicam que os humanos modernos surgiram na África entre 140 mil e 300 mil anos atrás. Alguns pesquisadores supõem que eles emigraram da África numa única onda, talvez por volta de 50 mil anos atrás, mas, segundo estudos genéticos recentes, pode ter havido várias ondas, e a migração também pode ter ocorrido na direção inversa. Embora as datas precisas permanecem desconhecidas, o DNAmt humano é muito semelhante em pessoas de todo o mundo, indicando que nossa espécie ainda é jovem. Em outros primatas, o DNAmt é bem mais diversificado.

Se a hipótese da origem africana for verdadeira, então o que aconteceu aos hominídeos que já estavam na Europa e na Ásia quando chegaram os homens modernos? Na época, esses habitantes eram os neandertais, hominídeos de estrutura forte com crânio maior do que o dos homens atuais.

Alguns paleoantropólogos acreditam que os neandertais se misturaram com os seres humanos modernos, mas a maioria suspeita que eles tiveram um destino mais desolador. Apesar do tamanho do crânio, foram superados tecnologicamente pelos homens modernos. Por exemplo, parece que os neandertais nunca inventaram armas que pudessem ser atiradas. Depois de milhares de anos sendo marginalizados, acabaram extintos.

Human evolution is one of the most debated areas in biology. There was a time when paleoanthropolitists saw it as an almost linear process, with a relatively small number of branches in the human family tree. But in recent years new fossil discoveries revealed that at least a half a dozen species of hominids may have lived at some point of our evolutionary history. What is interesting is that of all the family of hominids, we are the only one that remains.

Hominids arose when our ancestors finally separated from apes, an evolutionary division currently dated at six to eight million years ago. A great number of fossils makes it clear that the hominids arose in Africa and afterward spread out to other parts of the world.

The first members of the family–belonging to the genus Ardipethecus–had many features that were similar to the ones belonging to monkeys, but the australopithecines, who came after them, had upright posture, as well as a slightly larger brain.

Homo habilis, which emerged about 2.4 million years ago, marked the beginning of the lineage leading directly to us. This hominid was the first one able to make tools that we are aware of, and probably the last of our ancestors to live exclusively in Africa.

In contrast, his successor, Homo erectus, spread through Europe and also through Asia. Having appeared about two million years ago, this species was much more skilled in the construction of tools, and ashes found at fossil sites indicate that he also made use of fire. There still exist doubts about our evolution, and recent studies indicate the co-existence, for at least a half a million years, of Homo habilis and Homo erectus.

There are two conflicting explanations about human evolution. According to the multiregional hypothesis, modern humans evolved from Homo erectus in several different parts of the world. Normally that kind of process would produce various separate species, but the multiregionalists believe that the first humans often mated with one another, preventing the formation of local species.

Another hypothesis is that modern humans evolved in Africa and migrated afterwards to other parts of the world, replacing the hominids that were already there.

To resolve this question, evidence provided by living human beings is as important as the evidence furnished by fossils. These modern data were taken from the small circular DNA found in mitochondria–the power plants of living cells.

Unlike the DNA found in the cell nucleus, mitochondrial DNA (mtDNA) is a fully intact maternal inheritance. The result is that the only changes are the random ones that are established over time. Since the late 1980s attempts have been made to read the mtDNA chronometer in order to date the most recent common ancestor of all people living on Earth.

So far, data from the mtDNA indicate that modern humans arose in Africa between 140 thousand and 300 thousand years ago. Some researchers assume that they emigrated from Africa in a single wave, perhaps around 50,000 years ago, but according to recent genetic studies, there may have been various waves, and migration may also have occurred in a reverse direction. Although the precise dates remain unknown, mtDNA is very similar in persons everywhere in the world, indicating that our species is still young. In other primates, mtDNA is far more diverse.

If the African-origin hypothesis is true, then what happened to the hominids that were already in Europe and Asia when modern humans arrived? At that time, these people were the Neanderthals, strongly built hominids with a larger skull than what today’s humans have.

Some paleoanthropologists believe that Neanderthals intermingled with modern humans, but most suspect that they had a sadder destiny. Despite the size of their skulls, they were overcome technologically by modern men. For example, it seems that the Neanderthals were never able to invent weapons that could be tossed. After thousand years of being marginalized, they were hunted to extinction.

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