Le Brasil pote contribuer al lucta contra le cambio climatic, ma illo insiste que le economias grande debera facer contributiones plus grande.

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Le ministro de relationes exterior del Brasil, Celso Amorim, diceva iste dominica que le Brasil pote provider adjuta financiari al paises povre pro combatter le cambio climatic, ma le major parte de iste costos debe esser pagate per le economias plus ric.

Le cambio climatic es un del principal themas in le agenda del debattos del conferentia al summitate inter le Brasil e le Union Europee, que habera loco le proxime martedi in Stockholm, le capital de Svedia.

Le leaders europee vole le appoio del governamento brasilian pro le proposition de obligar le paises ric e emergente a contribuer moneta pro adjuvar le paises povre a combatter le calefaction global. On estima que un tal programma exigererea investimentos de 100 billiones de euros.

Secundo iste proposition, le valor contribuite per cata pais esserea calculate con un base de su emissiones de gases causante le calefaction atmospheric e su rentas per capite. E secundo iste formula, le contribution europee esserea inter 10% e 30% del total.

Amorim citava programas de reforestation que le governamento brasilian disveloppa in Haiti e in le Timor Oriental como exemplos del contribution brasilian e observava que le Brasil non ha “le enorme quantitate de ressources que se trova disponibile in le paises ric”.

Lula anque diceva que le governamento del Brasil vadera al conferentia de Copenhagen sur le clima con “numeros que confirma nostre contributiones al reduction de emissiones de gases que causa le calefaction del atmosphera.

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Celso Amorim, disse neste domingo que o Brasil pode prestar assistência financeira aos países mais pobres para combater as mudanças climáticas, mas a maioria destes custos deverão ser sobre as economias mais ricas.

As mudanças climáticas são um dos principais assuntos na agenda de discussões da cúpula bilateral Brasil-União Europeia, que acontece na próxima terça-feira em Estocolmo, capital da Suécia.

Os líderes europeus querem o apoio do governo brasileiro para a proposta de fazer com que países ricos e emergentes contribuam dinheiro para ajudar os países pobres a combater o aquecimento global. Estima-se que tal programa exigiria investimentos de 100 bilhões de euros.

De acordo com esta proposta, o valor aportado por cada país seria calculado com base em suas emissões de gases causadores de efeito estufa e sua renda per capita. E de acordo com esta fórmula, a contribuição europeia seria entre 10% a 30% do total.

Amorim citou programas de reflorestamento que o governo brasileiro desenvolve no Haiti e no Timor Leste como exemplos da contribuição brasileira e observou que o Brasil não tem “a enorme quantidade de recursos que estão disponíveis nos países ricos”.

Lula também disse que o governo do Brasil irá à conferência de Copenhague sobre o clima com “números que confirmam nossas contribuições para a redução das emissões de gases causadores do efeito estufa”.

Brazil’s Foreign Minister, Celso Amorim, said on Sunday that Brazil can provide financial assistance to the poorest countries to combat climate change, but most of these costs should be borne by the richer economies.

Climate changes are one of the main issues on the agenda of the summit discussions between Brazil and the European Union, which takes place next Tuesday in Stockholm, the capital of Sweden.

European leaders want the Brazilian government’s support for the proposal to make rich and emerging countries contribute money to help poor countries combat global warming. It is estimated that such a program would require investments of 100 billion euros.

Under this proposal, the amount contributed by each country would be calculated based on their greenhouse-gas emissions and per capita income. And according to this formula, the European contribution would be between 10% and 30% of the total.

Amorim mentioned reforestation programs that the Brazilian government is developing in Haiti and East Timor as examples of the Brazilian contribution and noted that Brazil does not have “the huge amount of resources that are available in rich countries.”

Lula also said the government of Brazil will go to the Copenhagen conference on climate with “numbers that confirm our contributions for reducing greenhouse-gas emissions.”

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