Suicidios inter le empleatos de France Télécom

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Un unda de suicidios in un del plus grande companias francese ha provocate discussiones in le pais sur le “choc cultural” inter le valores traditional del sector public del pais e competition adoptate post processos de privatisation.

Le prime choc suffrite per le France Télécom occurreva in 1998, con le apertura del mercato francese de telecommunicationes al competition, a causa de un directiva europee.

Le secunde grande transformation esseva in septembre, 2004, quando le compania esseva privatisate, 115 annos post haber essite nationalisate.

Le empleatos del compania historic de telephonia, qui esseva functionarios public durante plus que un seculo, se ha transformate in le ultime annos in agentes commercial e ha debite suffrer pressiones constante del direction pro augmentar le numero de lor venditas.

Pro confrontar le competition, le direction del compania creava un plano de restructuration que obliga le functionarios a cambiar servicios, executar nove functiones, e esser transferite a altere areas geographic.

Post le vintessime quinte suicidio in minus que duo annos e anque 15 altere suicidios attentate per altere empleatos, le direction de France Télécom annunciava le suspension de omne le restructurationes usque le 31 de decembre.

In septembre, le gruppo jam habeva annunciate le congelamento, anque usque le fin del anno, del transferentia obligatori de travaliatores a altere regiones.

Le problemas del empleatos esseva augmentate per le introduction del competition individual in relation al objectivos de venditas. “Illo ha injuriate le solidaritate inter le collegas”, diceva le economista Thomas Coutreau, qui travalia con questiones de sanitate in le empleo in le Ministerio Francese del Travalio.

Le empleatos qui occupa positiones de commando in France Télécom anque suffre pressiones del alte direction pro demitter functionarios qui non executa ben lor servicios. Le gruppo dimitteva 22 mille travaliatores inter 2005 e 2008.

“Ante trenta o quaranta annos, il non habeva suicidios al travalio. Lor apparentia ha ligamines al manco de solidaritate inter travaliatores e le practica del evaluation de travaliatores individual”, diceva le psychoanalysta Cristophe Dejours, le co-autor del libro “Suicidio e travalio, que facer?”

Le problema de suicidios in le compania eveliava le societate francese e comenciava a producer nove pressiones sur France Télécom.

Inter le paises ric, Francia possede un del plus alte taxas annual de suicidio, de 19,6 pro 100 mille habitantes.

Uma onda de suicídios numa das maiores empresas francesas vem levando o país a discutir o “choque cultural” entre os valores tradicionais do setor público do país e problemas da competição adotada após processos de privatização.

O primeiro choque sofrido pela France Télécom ocorreu em 1998, com a abertura do mercado francês de telecomunicações à concorrência, por determinação de uma diretiva europeia.

A segunda grande transformação foi em setembro de 2004, quando a empresa foi privatizada, 115 anos após ter sido nacionalizada.

Os empregados da operadora histórica de telefonia, que foram funcionários públicos durante mais de um século, se transformaram nos últimos anos em agentes comerciais e passaram a sofrer pressões constantes da direção em relação ao desempenho das vendas.

Para enfrentar a concorrência, a direção da empresa criou um plano de restruturação que vem obrigando os funcionários a mudar de serviço, desempenhar novas funções e serem transferidos para outras áreas geográficas.

Após o 25° suicídio em menos de dois anos, além de 15 tentativas de outros empregados de pôr fim à vida, a direção da France Télécom anunciou a suspensão de todas as reestruturações até o dia 31 de dezembro.

Em setembro, o grupo já havia anunciado o congelamento, também até o final do ano, da transferência obrigatória de trabalhadores para outras regiões.

Os problemas dos trabalhadores foram aumentados pela instauração de uma competição individual, em relação a metas de vendas. “Isso minou a solidariedade entre os colegas”, disse o economista Thomas Coutreau, que lida com questões de saúde no emprego no Ministério Francês do Trabalho.

Os empregados que ocupam cargos de chefia na France Télécom também sofrem pressões da alta direção para demitir funcionários que não têm bom desempenho. O grupo demitiu 22 mil trabalhadores entre 2005 e 2008.

“Há 30 ou 40 anos, não havia suicídios no trabalho. O aparecimento desta está ligada à falta de solidariedade entre os trabalhadores e a prática da avaliação de cada trabalhador”, disse o psicanalista Christophe Dejours, co-autor do livro “Suicídio e Trabalho, O que fazer?”

O problema dos suicídios na companhia despertou a sociedade francesa e começou a produzir novas pressões sobre a direção da France Télécom.

Entre os países ricos, a França possui uma das mais altas taxas anuais de suicídios, de 19,6 por 100 mil habitantes.

A wave of suicide in one of the largest French companies has led the country to discuss the “culture clash” between the traditional values of the public sector in the country and problems of competition after the company was privatized.

The first shock suffered by France Telecom occurred in 1998 with the opening of the French telecommunications market to competition mandated by a European policy directive.

The second big change was in September 2004, when the company was privatized, 115 years after it was nationalized.

Employees of the historic telephone operator, who were civil servants for more than a century, have become sales agents in recent years and have come under constant pressure from management to increase the number of their sales.

To meet competition, the company’s management created a restructuring plan that is forcing employees to change jobs, perform new tasks, and be transferred to other geographical areas.

After the 25th suicide in less than two years, and also attempted suicides by fifteen other employees, the management of France Telecom announced the suspension of all restructuring until December 31.

In September, the group had already announced a suspension of compulsory transfers of workers to other regions, also until the end of the year.

The problems of the employees got worse with the introduction of individual competition in relation to sales targets. “This has undermined colleague solidarity,” said economist Thomas Coutreau, who deals with health issues in employment in the French Ministry of Labor.

Employees who occupy positions of leadership in France Télécom are also under pressure from top management to get rid of employees who do not perform well. The group fired 22,000 employees between 2005 and 2008.

“Thirty or forty years ago, there were no suicides at work. Its appearance is linked to the lack of solidarity among workers and the practice of individual worker evaluations,” says the psychoanalyst Christophe Dejours, co-author of “Suicide and Work, What can be done?”

The problem of suicides in the company aroused French society and started to produce new pressures on the management of France Télécom.

Among rich countries, France has one of the highest annual rates of suicide: 19.6 per 100 thousand inhabitants.

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