In Copenhagen, Lula diceva que trovar solutiones pro le cambios climatic global non es un joco.

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Adoptante un tono dur, le presidente Luiz Inácio Lula da Silva faceva un discurso in le reunion del Nationes Unite sur le cambio climatic iste jovedi, defendente cortes de 40% in le emissiones global usque 2020 e affirmante que le negotiationes “non es un joco in le qual on pote celar cartas in le manica”.

In un message directe al paises disveloppate, Lula insisteva que le financiamento pro le paises povre non debe esser “un timide promissa o mirage” e demandava scopos clar pro cortar le emissiones del paises disveloppate.

“Nos pote esser omnes perditores”, insisteva Lula sur le risco de non arrivar a un accordo in Copenhagen.

Ultra cortes de 40% usque 2020, Lula defendeva actiones immediate pro evitar que le augmentation del temperatura global ultrapassa 2ºC.

Lula affirmava que le paises in disveloppamento anque ha le responsibilitate de contribuer al combate al cambios climatic e notava que mesmo in le absentia de contributiones, multes jam presentava propositiones pro paises ric.

Le principal message del presidente brasilian tamen esseva dirigite al leaders del paises industrialisate qui participara in le conferentia in Copenhagen.

“Il non ha ulle loco pro conformismo”, diceva Lula. “Il es necesse adoptar objectivos a un nivello del responsabilitate historic que representa le menacia del cambio climatic global.”

Le presidente brasilian notava specialmente le fragilitate del paises povre “que jam senti le effectos del cambio del clima” e defendeva le mantenimento del Protocolo de Kyoto, que terminara in 2012, ma cuje extension sta a negotiar se in Copenhagen.

Le message de Lula al mundo es specialmente urgente proque multe partes del Brasil se trova presso le equator, e ulle augmento in le temperatura medie del atmosphera del mundo esserea multo prejudicial pro le societate brasilian.

Em Copenhague, Lula diz que encontrar soluções para a mudança climática global não é um jogo.

Adotando um tom duro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na reunião das Nações Unidas sobre mudança climática nesta quinta-feira, defendendo cortes de 40% nas emissões globais até 2020 e afirmando que as negociações “não são um jogo em que se pode esconder as cartas na manga”.

Em recado direto aos países desenvolvidos, Lula cobrou que o financiamento para os países pobres não debe ser “uma tímida promessa ou miragem” e pediu metas claras de corte de emissões dos países desenvolvidos.

“Podemos ser todos perdedores”, insistiu Lula sobre o risco de não se chegar a um acordo em Copenhague.

Além dos cortes de 40% até 2020, Lula defendeu ações imediatas para evitar que o aumento da temperatura global ultrapasse 2ºC.

Lula afirmou que os países em desenvolvimento também têm responsabilidade de contribuir no combate às mudanças climáticas e lembrou que mesmo na ausência de contribuições, muitos já apresentaram propostas dos países ricos.

A principal mensagem do presidente brasileiro, entretanto, foi dirigida aos líderes dos países industrializados que participarão da conferência em Copenhague.

“Não há lugar para conformismo”, disse Lula. “É preciso assumir metas à altura da responsabilidade histórica que representa a ameaça da mudança climática global.”

O presidente brasileiro destacou a fragilidade dos países pobres “que já sentem os efeitos da mudança do clima” e defendeu a manutenção do Protocolo de Kyoto, que vence em 2012, mas cuja extensão está sendo negociada em Copenhague.

A mensagem de Lula para o mundo é especialmente urgente porque muitas partes do Brasil estão perto do equador, e qualquer aumento na temperatura média da atmosfera do mundo seria muito prejudicial para a sociedade brasileira.

In Copenhagen, Lula said that finding remedies for global climate changes is not a game.

Adopting a harsh tone, President Luiz Inácio Lula da Silva addressed the United Nations meeting on climate change on Thursday, defending the 40% cuts in global emissions by 2020 and stating that the negotiations “are not a game where you can hide cards up your sleeve.”

In a direct message to the developed countries, Lula insisted that the financing for poor countries must not be “a timid promise or mirage” and called for clear targets to cut emissions from developed countries.

“We can all be losers,” Lula insisted in discussing the risk of not reaching an agreement in Copenhagen.

In addition to cuts of 40% by 2020, Lula advocated immediate action to keep global temperatures from rising beyond two degrees Celsius.

Lula said that developing countries also have a responsibility to help fight climate change and noted that even in the absence of contributions, many have already submitted proposals for rich countries.

The main message of the Brazilian president, however, was directed to the leaders of the industrialized countries attending the conference in Copenhagen.

“There is no place for conformity,” Lula said. “We must adopt targets up to the level of responsibility that represents the menace of global climate change.”

The Brazilian president highlighted the fragility of poor countries “that already are feeling the effects of climate change” and defended the continuation of the Kyoto Protocol, which expires in 2012 but whose extension is being negotiated in Copenhagen.

Lula’s message to the world is especially urgent because many parts of Brazil are near the equator, and any increase in the average temperature of the atmosphere of the world would be very disruptive to Brazilian society.

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