Scientistas dice que illes ha create cellulas de reproduction human in un laboratorio.

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Scientistas del Universitate de Stanford in California annunciava que illes ha potite crear in lor laboratorio cellulas germinative–que pote dar origine a gametas (cellulas sexual), ovulos, e spermatozoides–de cellulas trunco embrionari. Al accompaniar cata paso del disveloppamento del gametas, le scientistas spera identificar potential problemas que poterea causar le infertilitate o defectos de nascimento. Le advantiamento anque poterea adjuvar scientistas a disveloppar nove tractamentos pro le infertilitate.

Scientistas del Universitate de Newcastle, in Anglaterra, habeva annunciate le julio passate que illes habeva create spermatozoides in lor laboratorio pro le prime vice, ma le studio esseva questionate per specialistas.

Durante le studio del Universitate de Stanford, le scientistas ceparava cellulas trunco embryonic, al quales illes addeva un gen que produceva un “luce verde” quando esseva activate un altere gen, presente solmente in cellulas germinative.

Posteriormente, le equipa del Universitate de Stanford conduceva un serie de probas pro confirmar que le cellulas se comportava como germinative. Un vice convencite que illos esseva vermente le cellulas que illes cercava, le recercatores activava e disactivava tres genes–DAZ, DAZL, e BOULE–pro determinar qual esseva le rolo que illos habeva in le disveloppamento del cellulas germinative immatur.

Recercatores jam habeva discoperite que homines infertile normalmente anque non ha le gen DAZL e concludeva que iste gen es necesse pro transformer le cellulas trunco embrionari a in cellulas germinative.

Le genes DAZ e BOULE, del altere parte, age in le maturation del cellulas germinative, pulsante le cellulas al processo de meiose, in le qual illos reduce le numero de chromosomos per le medietate.

Le recercatores finalmente observava cellulas germinative masculine que completava le processo de meiose, transformante se in spermatozoides in lor prime stadio.

“Iste studio aperi un nove fenestra sur lo que esseva, usque nunc, un stadio celate del evolution human”, diceva Susan B. Shurin, director interim del Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development, que financiava le studio, “e le observation de dellulas human germinative in laboratorio ha le potential de producer importante indicios sur le origines de infertilitates non explicate e sur le genese de multe defectos de nascimento de disordines de ordine chromosomic”.

Cientistas dizem ter criado células da reprodução humana em laboratório.

Cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, anunciaram ter podido criar em laboratório células germinativas–que podem dar origem aos gametas (células sexuais), óvulos e espermatozoides–a partir de células-tronco embrionárias. Ao acompanhar cada passo do desenvolvimento dos gametas, os cientistas esperam identificar potenciais problemas que poderiam causar a infertilidade ou defeitos no nascimento. O avanço poderia também ajudar cientistas a desenvolver novos tratamentos para infertilidade.

Cientistas da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, haviam anunciado em julho passado que criaram espermatozoides em laboratório pela primeira vez, mas o estudo foi questionado por especialistas.

Durante a pesquisa da Universidade de Stanford, os cientistas separaram células-tronco embrionárias às quais acrescentaram um gene que produziu uma “luz verde” quando fosse ativado outro gene, presente apenas em células germinativas.

Posteriormente, a equipe da Universidade de Stanford conduziu uma série de testes para confirmar que as células se comportavam como germinativas. Uma vez convencidos de que elas eram de fato as células que buscavam, os pesquisadores ativaram e desativaram três genes–DAZ, DAZL e BOULE–para determinar que papel eles desempenham no desenvolvimento das células germinativas imaturas.

Pesquisadores já haviam descoberto que homens inférteis normalmente também não têm o gene DAZL e concluíram que este gene é necessário para transformar as células-tronco embrionárias em células germinativas.

Os genes DAZ e BOULE, em contraste, agem na maturação das células germinativas, empurrando as células para o processo de meiose, em que elas reduzem o número de cromossomos pela metade.

Os pesquisadores finalmente observaram células germinativas masculinas que completaram o processo de meiose, se transformando em espermatozoides em seus primeiros estágios.

“Este estudo abre uma nova janela sobre o que era, até agora, um estágio escondido da evolução humana”, disse Susan B. Shurin, diretora interina do Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development, que financiou o estudo, “e a observação de células humanas germinativas em laboratório tem potencial de produzir importantes pistas sobre as origens das infertilidades não explicadas e sobre a gênese de muitos defeitos de nascimento e desordens de ordem cromossômica”.

Scientists say they have created human-reproduction cells in the laboratory.

Scientists at Stanford University in California say they have been able to create stem cells in the laboratory–which may give rise to gametes (sex cells), ova and sperm–from embryonic stem cells. By monitoring each step of the development of gametes, scientists hope to identify potential problems that could cause infertility or birth defects. The advance could also help scientists develop new treatments for infertility.

Scientists at Newcastle University in England had announced in July that they created such cells in the laboratory for the first time, but the study was questioned by experts.

During the research at Stanford University, scientists separated embryonic stem cells to which they added a gene that produced a “green light” when activated by another gene that was present only in germ cells.

Next, the team from Stanford University conducted a series of tests to confirm that the cells behaved like germ cells. Once convinced that they were really the cells they were looking for, the researchers activated and deactivated three genes–DAZ, DAZL and BOULE–to determine what role they play in the development of immature germ cells.

Researchers had already discovered that infertile men normally do not have the DAZL gene and concluded that this gene is needed to turn stem cells into embryonic stem cells.

The DAZ and BOULE genes, on the other hand, act in the maturation of germ cells, pushing the cells into the process of meiosis, in which they cut the number of chromosomes in half.

The researchers finally observed male germ cells that completed the process of meiosis, becoming sperm in their early stages.

“This study opens a new window on what was, until now, a hidden stage of human evolution,” said Susan B. Shurin, deputy director of the Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development, which funded the study, “and the observation of human germ cells in the laboratory has the potential of providing important clues about the origins of unexplained infertility and the genesis of many birth defects and chromosomal disorders.”

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