Le indios brasilian usa Internet e technologia de Google pro proteger lor foreste e lor cultura.

(Languages of this post: Interlingua, Portuguese, English)

Le indios Suruí, qui vive in le reserva Sete de Setembro in Cacoal, Rondônia, sta a usar Internet e le technologia de Google pro communicar sur lor historia e traditiones con le resto del mundo e monstrar le menacias contra illes presentate pro alicun formas de modernisation.

Le proxime passo essera usar smartphones capace de facer photos del destruction illegal de lor foresta e precisar su location exacte via GPS e inviar iste information al Rete in tempore real.

Le Rete totevia non ha arrivate a Lapetanha, le village le plus proxime al cammino que vade a Cacoal. Ma individualmente multe indigenas, specialmente adolescentes e juvenes, sape usar le Rete quando illes vade al centros urban.

Pro le copula Maria Leonice e Gasodá Suruí, Internet curtava distantias. Ille vive in Cacoal e illa in un village Tupari presso le Alta Floresta do Oeste, a presso 200 kilometros de distantia.

Ambes se cognosceva per Orkut, communicava ampliemente per MSN, e nunc se trova felicemente maritate.

Pro le leader indigene del Suruí, Almir, le Rete non es un menacia pro le cultura de su populo ma un ver opportunitate pro fortificar lo.

Quando le Suruí habeva lor prime contacto con le homine blanc, in 1969, le effecto esseva destructive. Le maladias, le acoholismo, e altere problemas serie reduceva lor population de quasi 5.000 personas a pauco plus que 250.

Quaranta annos postea, con 1.300 membros, le Suruí dice que illes ha apprendite del passato. Nunc, in vice de arco e flecha, lor lucta usa laptops.

“Il non es ver que nos ha totalmente abandonate le arco e flecha”, diceva Almir. “Cata un de nos ha su arco e flecha in casa. Ma al mesme tempore, hodie nos sta a usar laptops e iPhones. Illos es nostre utensilios de dialogo. Illos anque es utile pro le communication con le resto del mundo sur le menacias contra nos. Nos es optimiste que ille technologia de communication va a adjuvar nostre cultura a superviver, e nos vole dar le gratias a Google pro su cooperation generose pro facer de omne isto un realitate active.”

Os índios brasileiros usam a Internet e tecnologia do Google para proteger sua floresta e sua cultura.

Os índios Suruí, que mora na reserva Sete de Setembro em Cacoal, Rondônia, estão usando a internet e a tecnología de Google para comunicar sobre sua história e tradições com o resto do mundo e mostrar as ameaças contra eles apresentadas por algumas formas de modernização.

O próximo passo será usar smartphones capazes de tirar fotos da destruição ilegal de sua floresta e precisar com exatidão sua localização via GPS e enviar esta informaçãopara a rede em tempo real.

A rede não chegou ainda Lapetanha, a aldeia mais próxima da estrada que leva a Cacoal. Mas em caráter individual, muitos indígenas, especialmente os adolescentes e jovens, sabem usar a rede quando vão aos centros urbanos.

Para o casal Maria Leonice e Gasodá Suruí, a internet encurtou distâncias. Ele mora em Cacoal e ela, em uma aldeia Tupari perto de Alta Floresta do Oeste, a cerca de 200 quilômetros de distância.

Ambos se conheceram pelo Orkut, comunicaram amplamente pelo MSN e agora estão casados e felizes.

Para o líder indígena dos Surui, Almir, a rede não é uma ameaça para a cultura de seu povo, mas sim uma oportunidade de fortalecimento.

Quando os Suruí tiveram seu primeiro contato com o homem branco, em 1969, o efeito foi destrutivo. As doenças, o alcoolismo e outros problemas graves reduziram sua população de quase 5.000 pessoas para pouco mais de 250.

Quarenta anos depois, com mil e trezentos membros, os Suruí dizem ter aprendido com o passado. Agora, em vez do arco e flecha, a luta deles é através do laptop.

“Não é que a gente deixou totalmente de usar o arco e fleche”, disse Almir. “Cada um tem o seu arco e flecha guardados em casa. Mas ao mesmo tempo, hoje a gente está usando o laptop e iPhone. Essas são as nossas ferramentas de diálogo. Eles também são úteis para a comunicação com o resto do mundo sobre as ameaçs contra nós. Estamos otimistas que essa tecnologia de comunicação vai ajudar a nossa cultura para sobreviver, e queremos agradecer a Google para a sua cooperação generosa para fazer de tudo isto uma realidade ativa.”

Brazilian Indians use the Internet and Google’s technology to protect their rain forest and their culture.

Surui Indians, who live on the Sete de Setembro reservation in Porto Velho, Rondonia, are using the Internet and Google’s technology to communicate about their history and traditions with the rest of the world and show the threats against them presented by some forms of modernization.

The next step is to use smart phones capable of taking pictures of the illegal destruction of their forest and showing its exact location via GPS and sending this information to the Net in real time.

The Net has not yet reached Lapetanha, the village closest to the road that leads to Cacoal. But on an individual basis, many indigenous people, especially teenagers and young people, know how to use the Net when they go to urban centers.

For the couple Leonice Maria and Gasodá Surui, the Internet has shortened distances. He lives in Cacoal and she, in a village near Tupari near Alta Floresta do Oeste, about 200 kilometers (125 miles) away.

They had met on Orkut, got to know each other better on MSN, and today are happily married.

For the indigenous leader of the Surui, Almir, the network is not a threat to the culture of his people, but an opportunity to strengthen it.

When the Surui had their first contact with the white man in 1969, the effect was destructive. Diseases, alcoholism and other serious problems reduced their population from almost 5,000 people to just over 250.

Forty years later, with 1,300 members, the Surui say they have learned from the past. Now, instead of bows and arrows, their fight is with laptops.

“It’s not true that we have totally given up on bows and arrows,” said Almir. “Each of us keeps a bow and arrow at home. But at the same time, today we are using laptops and iPhones. These are our tools of dialogue. They are also useful for communicating with the rest of the world about threats against us. We are optimistic that this communication technology will help our culture to survive, and we want to thank Google for its generous cooperation in making all of this an active reality.”

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