Le Statos Unite e Russia arriva a un acordo pro reducer lor armas nuclear.

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Le Statos Unite e Russia arrivava a un accordo pro le reduction de lor arsenales nuclear pro reimplaciar le Tractato de Reduction de Armas Strategic (START in su acronymo anglese), signate in 1995 e que expirava in decembre.

Le nove tracato, negotiate in su forma final post un conversation telephonic inter le presidente del Statos Unite, Barack Obama, e le presidente de Russia, Dmitry Medvedev, es programmate pro esser signate le 8 de april in Prag, in le Republica Czech.

Con le accordo, le duo paises debera cortar lor arsenales nuclear per circa 30% in le proxime dece annos, con un limite maxime de 1.550 capites explosive permittite a cata pais.

Le duo paises anque se compromitteva a reducer le numero de lor missiles ballistic capcace de portar capites explosive nuclear.

Durante le periodo del Guerra Frigide, le Statos Unite arrivava a haber plus que 15.000 capites explosive nuclear strategic, e Russia plus que 10.000.

Le arsenal American es estimate hodie a plus que 2.000 mille capites explosive strategic, e illo de Russia es estimate a plus que 2.500.

Le Statos Unite e Russia jam habeva arrivate a un accordo pro disminuir le numero de missiles in Julio del anno passate, ma le accordo habeva remanite in suspension usque nunc a causa de disaccordos sur le verification del reductiones.

Le accordo de iste venerdi, que resolveva questiones sur le verificationes, totevia debera esser approbate per le Senato American e per le Duma, le camera basse del parlamento russe.

Al annunciar le accordo iste venerdi, Obama affirmava que “le armas nuclear representa tanto le dies le plus nigre del Guerra Frigide como le plus perturbador menacias de nostre tempore. Hodie nos face un nove passo in avante pro lassar in le passato le legato del seculo vinti e construer un futuro plus secur pro nostre filios”.

Pro le Secretaria de Stato del Statos Unite, Hillary Clinton, le accordo inviara un message a paises como Iran e Korea del Nord que le governamento american se trova compromittite con contener le proliferation nuclear.

In Russia, un communicato del Kremlin affirmava que le accordo reflecte “le balancio de interesses de ambe paises”.

Os Estados Unidos e Rússia concordam em reduzir suas armas nucleares.

Os Estados Unidos e a Rússia chegaram a um acordo para a redução de seus arsenais nucleares para substituir o Tratado de Redução de Armas Estratégicas (START, na sigla em inglês), assinado em 1991 e que expirou em dezembro.

O novo tratado, negociado em sua forma final após uma conversa telefônica entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, está programado para ser assinado em 8 de abril em Praga, na República Tcheca.

Com o acordo, os dois países deverão cortar seus arsenais nucleares em cerca de 30% nos próximos dez anos, com um limite máximo de 1.550 ogivas permitidas para cada país.

Os dois países também se comprometeram a reduzir o número de mísseis balísticos capazes de levar as ogivas nucleares.

Durante o período da Guerra Fria, os Estados Unidos chegaram a ter mais de 15.000 mil ogivas nucleares estratégicas, e a Rússia, mais de 10.000.

O arsenal americano é estimado hoje em mais de 2.000 ogivas nucleares estratégicas, e o da Rússia é estimado em mais de 2,5 mil.

Estados Unidos e Rússia já haviam concordado em diminuir o número de mísseis em julho do ano passado, mas o acordo havia ficado em suspenso até agora por desacordos sobre a verificação das reduções.

O acordo desta sexta-feira, que resolveu as questões sobre as verificações, terá ainda que ser aprovado pelo Senado americano e pela Duma, a câmara baixa do parlamento russo.

Ao anunciar o acordo, nesta sexta-feira, Obama afirmou que “as armas nucleares representam tanto os dias mais negros da Guerra Fria quanto as mais perturbadoras ameaças de nosso tempo. Hoje fazemos um novo passo adiante para deixar para trás o legado do século vinte e construir um futuro mais seguro para nossos filhos.”

Para a Secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, o acordo mandará uma mensagem a países como o Irã e a Coreia do Norte de que o governo americano está comprometido em conter a proliferação nuclear.

Na Rússia, um comunicado do Kremlin afirmou que o acordo reflete “o balanço de interesses de ambos os países”.

The United States and Russia agree to reduce their nuclear weapons.

The United States and Russia reached an agreement to reduce their nuclear arsenals to replace the Strategic Treaty Arms Reduction Treaty (START), signed in 1991 and expired in December.

The new treaty, negotiated in its final form after a telephone conversation between President of the United States, Barack Obama, and the Russian President, Dmitry Medvedev, is scheduled to be signed on April 8 in Prague, Czech Republic.

With the agreement, the two countries should cut their nuclear arsenals by about 30% over the next ten years, with a ceiling of 1,550 warheads allowed for each country.

The two countries also pledged to reduce the number of ballistic missiles capable of carrying nuclear warheads.

During the Cold War, the United States came to have more than 15,000 strategic nuclear warheads, and Russia, more than 10,000.

The U.S. arsenal is estimated today at more than 2,000 strategic nuclear warheads, and Russia’s is estimated at more than 2,500.

The United States and Russia had agreed to reduce the number of missiles in July last year, but the agreement had been suspended so far by disagreements on the verification of reductions.

The agreement on Friday, which resolved the questions about the checks, must still be approved by the Senate and the Duma, the lower house of the Russian parliament.

In announcing the agreement on Friday, Obama said that “nuclear weapons represent both the darkest days of the Cold War as the most disturbing threats of our time. Today, we are taking a new step forward to leave behind the legacy of the 20th century and build a safer future for our children.”

For Secretary of State of the United States, Hillary Clinton, the agreement will send a message to countries like Iran and North Korea that the U.S. government is engaged in containing nuclear proliferation.

In Russia, a Kremlin statement said the agreement reflects “the balance of interests of both countries.”

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