“Nos nunquam cedera a extorsion”, dice Raúl Castro.

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Raúl Castro respondeva a Hillary Clinton, dicente que Cuba non va a tolerar le interferentia del Statos Unite o de ulle altere gruppo de nationes in su affaires interne.

“Nos non cedera unquam a extorsion de ulle gruppo de nationes, non importa quanto grande o potente”, declarava Castro in un discurso ante le Congresso de Juventute Communista. “Nos ha le derecto de defender nos.”

Castro denunciava le uso del medios de communication occidental in un “ingente campania pro disacreditar Cuba organisate, dirigite, e financiate per le centros de potentia imperial in le Statos Unite e Europa, hypocriticamente undeante le vexillo del derectos human”.

Ille diceva que le europeos stava a applicar un expectation hypocritic a Cuba in su silentio ante le tortura in le guerra contra le terrorismo, permittente volos illegal del CIA e prestante lor territorio al creation de prisiones secrete pro le tortura e le interrogation per le CIA.”

Castro faceva alicun commentarios franc e directe sur le situation economic in Cuba. Ille diceva que le lucta economic es le labor principal de su governamento e que illo depende del preservation del actual systema economic e social.

Le reformas economic e social deberea continuar, diceva ille, inter illos le necessitate de reducer le libros de paga del interprisas statal, ubi il habeva un excesso de plus que un million de travaliatores. Le pais va a luctar pro crear postos de travalio, explicava ille. Ma ille addeva que le citatanos debera trovar empleos per lor proprie effortios individual, sin le adjuta del governamento.

Ille anque accentuava que Cuba debe eliminar costos superflue, augmentar sparnios de moneta, crear un agricultura forte e efficiente, capace de substituer importationes, e le pais debera promover le rejection social de “diverse manifestationes de anarchia e corruption”.

Castro anque recognosceva que le juventute Cuban sta a cambiar in response a eventos international e social, e ille demandava que le composition ethnic e sexual del Union de Juvenes Communiste continua su evolution pro promover negros e mulieres a in positiones de gerentia.

“Não cederemos jamais à chantagem”, diz Raúl Castro.

Raúl Castro respondeu a Hillary Clinton, dizendo que Cuba não vai tolerar a interferência dos Estados Unidos ou de qualquer grupo de nações em seus assuntos internos.

“Nós não vamos nunca ceder à chantagem por parte de qualquer grupo de nações, não importa quão grande ou poderoso”, declarou Castro em discurso durante o Congresso da Juventude Comunista. “Temos o direito de nos defender.”

Castro denunciou o uso da mídia ocidental em uma “campanha descomunal para desacreditar Cuba organizada, dirigida e financiada pelos centros do poder imperial nos Estados Unidos e Europa, carregando hipocritamente a bandeira dos direitos humanos”.

Ele disse que os europeus estavam aplicando um padrão hipócrita de Cuba em seu silêncio diante da tortura na guerra contra o terrorismo, permitindo voos ilegais da CIA e emprestando seu território para a criação de prisões secretas para a tortura e interrogatório de prisioneiros pela CIA.

Castro fez alguns commentarios francos e diretos sobre a situação económica em Cuba. Ele disse que a luta econômica é a principal tarefa de seu governo e que depende da preservação do atual sistema econômico e social.

As reformas econômicas e sociais teriam de continuar, disse, entre elas, a necessidade de se reduzir as folhas de pagamento das empresas estatais, onde haveria um excesso de mais de um milhão de trabalhadores. O país vai lutar para criar postos de trabalho, explicou. Mas ele acrescentou que os cidadãos terão de encontrar emprego por seus próprios esforços individuais, sem ajuda do governo.

Ele enfatizou ainda que Cuba precisa eliminar gastos supérfluos, aumentar a poupança, criar uma agricultura forte e eficiente, capaz de substituir importações, e o país terá de promover a rejeição social de “várias manifestações de anarquia e corrupção”.

Castro também reconheceu que a juventude cubana está mudando em resposta aos acontecimentos internacionais e social, e pediu que a composição étnica e sexual da União de Jovens Comunistas continue evoluindo para que negros e mulheres sejam promovidos a cargos de direção.

“We won’t ever give in to blackmail,” said Raul Castro.

Raul Castro responded to Hillary Clinton by saying that Cuba will not tolerate interference by the United States or by any group of nations in its internal affairs.

“We will not ever give in to blackmail by any group of nations, no matter how big or powerful,” said Castro in a speech at the Congress of Communist Youth. “We have the right to defend ourselves.”

Castro denounced the use of Western media in a “huge campaign to discredit Cuba organized, directed and financed by the centers of imperial power in the United States and Europe, which are hypocritically waving the human-rights flag.”

He said that the Europeans were applying a hypocritical standard to Cuba in their silence in the face of torture in the war against terrorism, allowing illegal CIA flights and lending their territory to the creation of secret prisons for the torture and interrogation of prisoners by the CIA.

Castro bluntly stated the economic situation of the country. He said that the economic struggle is the main task of his government and that it depends on the preservation of the current economic and social system.

The economic and social reforms would have to continue, he said, among them the need to reduce payrolls of state enterprises, where there was an excess of over one million workers. The country will strive to create jobs, he said. but he added that individual citizens will have to find jobs through their own individual efforts without government help.

He also emphasized that Cuba must eliminate wasteful spending, increase savings, create a strong and efficient agriculture, and the country will have to promote the social rejection of “various manifestations of lawlessness and corruption.”

Castro also acknowledged that Cuban youth is changing in response to both international and social developments and asked that the ethnic and sexual composition of the Union of Young Communists continue to evolve to promote blacks and women to leadership positions.

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