Le Statos Unite, ben que sceptic, spera que le Brasil essera ben succedite in su negotiationes con Iran.

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Le Statos Unite spera que le effortios del Brasil pro ingagiar Iran in negotiationes sur su programma nuclear essera ben succedite, diceva le porta voce del Departamento de Stato american, Philip Crowley.

Intertanto, Crowley reinfortiava le scepticismo american concernente le possibilitate que Iran cambiara su postura e accipera le interruption de su programma nuclear, como exige le Statos Unite e le altere paises.

Hillary Clinton, le secretario de stato del Statos Unite, e Celso Amorim, le ministro de relationes exterior del Brasil, se reuniva durante 20 minutas in le tarde le lunedi, durante le conferentia de revision del Tractato de Non Proliferation Nuclear (TNP), que habeva loco in New York.

Le question nuclear iranian dominava le apertura del conferentia, con discursos punctuate per criticas e accusationes mutue per parte de Hillary e del presidente irani, Mahmoud Ahmadinejad.

Al esser questionate sur si Hillary habeva dicite a Amorim que le Statos Unite es grate per le effortios del Brasil, Crowley diceva que su pais recognosce le tentativas positive de ingagiar Iran in le negotiationes.

“Certemente, nos recognosce le valor e le importantia del effortios de diverse paises pro ingagiar Iran”, diceva Crowley. “Io crede que nos omnes sta a inviar le mesme message: que Iran debe responder al questiones del communitate international e debe responder de un maniera formal e significante al offerta que esseva mittite in le tabula in le ultime autumno in le Hemispherio Nord.”

Brasil e le Statos Unite ha positiones divergente sur le question nuclear irani. Le Statos Unite cerca le approbation per le Consilio de Securitate del Nationes Unite de alicun nove sanctiones contra Iran, como un maniera de portar pression sur le governamento irani a interrumper su programma de inricchimento de uranio.

Le timor es que Iran sta a essayar a construer armas nuclear secretemente. Ille allegation es negate per le governamento irani, que dice que su programma nuclear es pacific e ha le objectivo de generar energia.

Le Brasil, que ha un sede rotative in le Consilio de Securitate, sin derecto a veto, es contra le sanctiones e defende un solution negotiate sur le question irani.

Le tres grupos de sanctiones anterior non esseva sufficiente grave pro facer que Iran cambia de idea.

Iste venerdi, in un interview collective in New York, Ahmadinejad diceva que le menacias de nove sanctiones non va a impeder que Iran mantene su programma nuclear.

Le presidente irani anque diceva que su pais non intende retirar se del TNP, ma illo vole que le tractato sia reformate e deveniva un systema “juste”.

In le passato, le governamento irani accusava le Statos Unite de esser le sol criminal international nuclear del mundo proque illo es le sol pais que usava armas nuclear quando illo bombardava Hiroshima e Nagasaki con duo bombas atomic pro terminar le Secunde Guerra Mundial.

Os Estados Unidos, embora cético, espera que o Brasil será bem-sucedido nas negociações com o Irão.

Os Estados Unidos esperam que os esforços do Brasil para engajar o Irã nas negociações sobre seu programa nuclear sejam bem-sucedidos, disse o porta-voz do Departamento de Estado americano, Philip Crowley.

No entanto, Crowley reforçou o ceticismo americano quanto à possibilidade de o Irã mudar de postura e aceitar interromper seu programa nuclear, como exigem os Estados Unidos e outros países.

Hillary Clinton, a secretaria de estado dos Estados Unidos, e Celso Amorim, o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, se reuniram durante 20 minutos na tarde de segunda-feira, durante a conferência de revisão do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP), realizada em Nova York.

A questão nuclear iraniana dominou a abertura da conferência, com discursos pontuados por críticas e acusações mútuas por parte de Hillary e do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

Ao ser questionado sobre se Hillary havia dito a Amorim que os Estados Unidos são gratos pelos esforços do Brasil, Crowley disse que seu país reconhece as tentativas positivas de engajar o Irã nas negociações.

“Certamente, nós reconhecemos o valor e a importância de diversos países tentarem engajar o Irã”, disse Crowley. “Eu acho que nós todos estamos enviando a mesma mensagem: de que o Irã tem de responder às questões da comunidade internacional e tem de responder de uma maneira formal e significativa à oferta que foi colocada na mesa no último outono no Hemisfério Norte.”

O Brasil e Estados Unidos têm posições divergentes sobre a questão nuclear iraniana. Os Estados Unidos buscam a aprovação pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas de algumas novas sanções contra o Irã, como maneira de pressionar o governo iraniano a interromper seu programa de enriquecimento de urânio.

O temor é o de que o Irã esteja tentando construir armas nucleares secretamente. Essa alegação é negada pelo governo iraniano, que diz que seu programa nuclear é pacífico e tem o objetivo de gerar energia.

O Brasil, que tem uma vaga rotativa no Conselho de Segurança, sem direito a veto, é contra as sanções e defende uma solução negociada para a questão iraniana.

Os três grupos anteriores de sanções não foram suficiente graves para fazer o Irã mudar de ideia.

Nesta terça-feira, em entrevista coletiva em Nova York, Ahmadinejad disse que ameaças de novas sanções não vão impedir o Irã de manter seu programa nuclear.

O presidente iraniano disse também que seu país não pretende se retirar do TNP, mas quer que o tratado seja reformado e se torne um sistema “justo”.

No passado, o governo iraniano acusou os Estados Unidos de ser o único criminoso internacional nuclear no mundo, porque é o único país que usou armas nucleares, quando bombardearam Hiroshima e Nagasaki com duas bombas atômicas para acabar com a Segunda Guerra Mundial.

The United States, though skeptical, hopes that Brazil will be successful in its negotiations with Iran.

The United States hopes that Brazil’s efforts to engage Iran in negotiations over its nuclear program will be successful, said the U.S. State Department spokesman Philip Crowley.

However, Crowley reinforced American skepticism about the possibility for Iran to change its stance and agree to halt its nuclear program, as demanded by the United States and other countries.

Hillary Clinton, the secretary of state of the United States, and Celso Amorim, the Minister of Foreign Affairs of Brazil, met for 20 minutes On Monday afternoon during the Review Conference on the Non-Proliferation Treaty (NPT), held in New York.
The Iranian nuclear issue dominated the opening of the conference with speeches punctuated by criticism and accusations by Hillary Clinton and Iranian President Mahmoud Ahmadinejad.

When asked if Hillary had said to Amorim that the United States is grateful for the efforts of Brazil, Crowley said his country recognizes the positive attempts to engage Iran in negotiations.

“Certainly, we recognize the value and importance of different countries’ attempts to engage Iran,” said Crowley. “I think we are all sending the same message: that Iran must respond to questions from the international community and must give a a formal and meaningful answer to the offer that was placed on the table last autumn in the Northern Hemisphere.”

Brazil and the United States have divergent views on the Iranian nuclear issue. The United States seeks the approval of the United Nations Security Council for some new sanctions against Iran as a way to pressure the Tehran government to halt its uranium enrichment program.

The fear is that Iran is secretly trying to build nuclear weapons. This allegation is denied by Tehran, which says its nuclear program is peaceful and aims to generate energy.

Brazil, which has a seat on the Security Council without veto power, is opposed to sanctions and called for a negotiated solution to the Iranian issue.

The three previous groups of sanctions were not strong enough to make Iran change its mind.

On Tuesday at a news conference in New York, Ahmadinejad said that threats of new sanctions will not stop Iran from keeping its nuclear program.

The Iranian president also said that his country does not intend to withdraw from the NPT but wants the treaty to be reformed and become a “fair” system.

In the past, the Tehran government has accused the United States of being the only international nuclear criminal in the world because it is the only country that used nuclear arms when it bombed Hiroshima and Nagasaki with two atomic bombs to end World War II.

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