Cuba comencia a liberar dissidentes in un accordo negotiate per le Ecclesia Catholic.

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Le governamento de Cuba comenciava a liberar un gruppo de dissidentes, secundo parentes del prisioneros. Le mensura es parte del accordo annunciate le mercuridi que previde le liberation de 52 personas.

Le prime tres liberatos ha essite portate a locos que se ha mantenite confidential e forma parte de un gruppo de 17 dissidentes disponite a exiliar se in Espania.

Le accordo de liberation de prisioneros es alique rar in le pais e possibilemente pote marcar un cambio in le relationes international cuban.

Un ex le disidentes, José Luis García Paneque, indicava a su familia que ille esserea transferite del prision in le provincia de Las Tunas a Havana.

Le Ecclesia Catholic in Cuba, que negotiava le accordo pro liberar le prisioneros, diceva que al minus 17 personas habeva acceptate un offerta de exilio in Espania.

Omne iste prisioneros faceva parte del gruppo de 75 dissidentes detenite in 2003 e condemnate a sententias de inter sex e 28 annos de detention.

Un de illes, Guillermo Farinas, terminava su exopero de fame le venerdi post un annuncio del accordo, que resultava ex negotiationes inter le presidente Raúl Castro e le Cardinal Jaime Ortega.

Farinas, qui refusava nutrimentos pro plus que 130 dies, jam se trovava presso le morte. Ille comenciava un exopero de fame post que un collega, Orlando Zapata Tamayo, moriva de fame como consquentia de su exopero de 85 dies.

Post le annuncio del governamento Cuban le mercuridi, le ministro del exterior de Espania faceva un appello al Union Europee pro un position minus rigide sur Cuba.

In 1996, le europeos decideva que le situation del derectos human in Cuba debeva meliorar ante ulle normalisation in le relationes inter le europeos e le cubanos.

Miguel Angel Moratinos, qui esseva in Cuba pro negotiar le accordo, affirmava que le governamento espaniol se trova disponite a dar asylo al prisioneros liberate.

Le Secretaria de Stato american, Hillary Clinton, anque affirmava que iste gesto cuban, que illa classificava como “alique que arrivava tarde ma mesmo assi esseva multo ben venite”, poterea haber un effecto positive sur le relationes inter Cuba e le Statos Unite.

Cuba começa a libertar dissidentes em um acordo negociado pela Igreja Católica.

O governo de Cuba começou a libertar um grupo de dissidentes, de acordo com parentes dos prisioneiros. A medida é parte do acordo anunciado na quarta-feira que prevê a libertação de 52 pessoas.

Os primeiros três libertados teriam sido levados a locais mantidos em sigilo e fariam parte de um grupo de 17 dissidentes dispostos a se exilar na Espanha.

O acordo de libertação de prisioneiros é um fato raro no país, e possivelmente pode marcar uma virada nas relações internacionais cubanas.

Um dos dissidentes, José Luis García Paneque, indicou para a sua família que ele seria transferido da prisão na província de Las Tunas para Havana.

A Igreja Católica em Cuba, que negociou o acordo para libertar os prisioneiros, disse que pelo menos 17 pessoas haviam aceitado uma oferta de exílio na Espanha.

Todos estes presos faziam parte do grupo de 75 dissidentes presos em 2003 e condenados a sentenças de entre seis e 28 anos de detenção.

Um deles, Guillermo Farinas, encerrou uma greve de fome na sexta-feira, após o anúncio do acordo, que aconteceu após negociações entre o presidente Raul Castro e o cardeal Jaime Ortega.

Farinas, que recusou comida por mais de 130 dias, já estaria perto da morte. Ele começou a greve de fome depois que um colega, Orlando Zapata Tamayo, morreu de inanição, em consequência de uma greve de fome de 85 dias.

Depois do anúncio do governo cubano na quarta-feira, o ministro do Exterior da Espanha fez um apelo à União Europeia por uma posição menos rígida sobre Cuba.

Em 1996, os europeus decidiram que a situação dos direitos humanos em Cuba precisa melhorar antes de qualquer normalização das relações entre os americanos e os cubanos.

Miguel Angel Moratinos, que esteve em Cuba para negociar o acordo, afirmou que o governo espanhol está disposto a dar asilo aos prisioneiros libertados.

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, também afirmou que este gesto cubano, que classificou de “algo que chegou atrasado, mas mesmo assim era muito bem-vindo”, poderia ter um efeito positivo sobre as relações entre Cuba e os Estados Unidos.

Cuba begins to free dissidents in an accord negotiated by the Catholic Church.

The Cuban government began to release a group of dissidents, according to relatives of prisoners. The measure is part of a deal announced on Wednesday that provides for the release of fifty-two people.

The first three prisoners to be released have been taken to places that have been kept confidential and are part of a group of 17 dissidents willing to go into exile in Spain.

The agreement to release prisoners is a rare event in the country and could possibly mark a turning point in international relations in Cuba.

One of the dissidents, José Luis García Paneque, indicated to his family that he would be transferred from the prison in the province of Las Tunas to Havana.

The Catholic Church in Cuba, which negotiated the agreement to release the prisoners, said that at least seventeen people had accepted an offer of exile in Spain.

All those detainees were part of the group of seventy-five dissidents jailed in 2003 and sentenced to between six and twenty-eight years’ imprisonment.

One of them, Guillermo Farinas, ended a hunger strike on Friday after the announcement of the agreement, which came after unprecedented talks between President Raul Castro and Cardinal Jaime Ortega.

Farinas, who refused food for over 130 days, was already close to death. He began his hunger strike after a colleague, Orlando Zapata Tamayo, died of starvation as a result of a hunger strike for eighty-five days.

Following the announcement by the Cuban government on Wednesday, the foreign minister of Spain appealed to the European Union to take a less rigid position on Cuba.

In 1996, the Europeans decided that the human-rights situation in Cuba had to improve before any normalization of relations between the Europeans and the Cubans.

Miguel Angel Moratinos, who visited Cuba to negotiate the agreement, said the Spanish government is willing to give asylum to freed prisoners.

The U.S. Secretary of State, Hillary Clinton, also said that this Cuban gesture, which she characterized as “something that came late, but was still very welcome,” could have a positive effect on relations between Cuba and the United States.

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