Un baby nasceva de um embryon congelate ante quasi 20 annos.

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A causa de un nove technica disveloppate per scientistas del reproduction del Instituto Jones pro Medicina Reproductive del Eastern School of Medicine in Norfolk, Virginia, un mulier de quaranta e duo annos de etate parturiva a causa de un embryon que esseva congelate ante quasi vinti annos.

Le mulier, qui recipeva duo embryones, habeva un basse reserva ovarian, o sia, un basse stock de ovos disponibile, e comeciava le tractamento de fertilisation ante dece annos.

Le medicos discongelava cinque embryones que habeva essite donate anonymemente per un copula qui recipeva le tractamento de fertilisation in le clinica ante 20 annos.

Del embryones discongelate, duo superviveva e esseva transferite al utero del patiente, e su parturition produceva un filio qui nasceva san.

Le caso esseva reportate in un articulo in le publication “Fertility and Sterility”, del Societate American pro le Medicina Reproductive.

Le equipa, ducite per le doctor Sergio Oehninger, diceva que illo non cognosce ulle caso de graviditate in que un embryon human ha remanate congelate tante tempore–19 annos e septe menses.

Le congelamento suspende biologicamente le disveloppamento biologic del celllulas, e le scientistas argue que un embryon pote remaner in iste stato pro decadas.

Usque nunc, le plus grande periodo de tempore que un embryon ha remanite congelate ante esser transferite a un utero pro producer un baby esseva 13 annos, in un caso in Espania.

In le Brasil, le record es de un mulier del interior de São Paulo qui parturiva post esser implantante con un embryon que esseva congelate pro octo annos.

Il ha anque casos de patientes qui congelava lor cellulas reproductive con fines therapeutic, ante tractamentos que pote lassar los sterile.

In 2004, un copula habeva un filio producite de un sperma que habeva remanite congelate pro un periodo de 21 annos.

In ille caso, le patre habeva congelate spermatozoides al 17 annos de etate, ante comenciar le tractamento de un cancer del testiculo con radiotherapia e chimotherapia, que lo lassava sin capacitate reproductive.

Um bebê nasceu de um embrião congelado há quase 20 anos.

Devido a uma nova técnica desenvolvida por cientistas da reprodução no Instituto Jones para Medicina Reprodutiva da Eastern School of Medicine em Norfolk, Virgínia, uma mulher de quarenta e dois anos de idade deu à luz a um embrião que estava congelado há quase vinte anos.

A mulher, que recebeu dois embriões, tinha uma baixa reserva ovariana, ou seja, uma baixa estoque de ovos disponíveis, e começou o tratamento de fertilização há dez anos.

Os médicos descongelaram cinco embriões que tinham sido doados anonimamente por um casal que realizara o tratamento de fertilização na clínica 20 anos antes.

Dos embriões descongelados, dois sobreviveram e foram transferidos para o útero da paciente e ela deu à luz um garoto que nasceu saudável.

O caso foi relatado em um artigo na publicação especializada “Fertility and Sterility”, da Sociedade Americana para a Medicina Reprodutiva.

A equipe, liderada pelo doutor Sergio Oehninger, disse que não conhece nenhum caso de gravidez em que um embrião humano tenha permanecido tanto tempo congelado–19 anos e sete meses.

O congelamento suspende o desenvolvimento biológico das células, e os cientistas defendem que um embrião pode permanecer neste estado por décadas.

Até agora, o maior tempo que um embrião permaneceu congelado antes de ser transferido para o útero e gerado um bebê foi 13 anos, em um caso na Espanha.

No Brasil, o recorde é de uma mulher do interior de São Paulo que deu à luz um bebê nascido de um embrião que ficara congelado por oito anos.

Há ainda casos de pacientes que congelam suas células reprodutivas com fins terapêuticos, antes de tratamentos que podem deixá-los estéreis.

Em 2004, um casal teve um filho a partir de esperma que havia permanecido congelado por 21 anos.

Nesse caso, o pai tinha congelado espermatozoides aos 17 anos de idade, antes de começar a tratar um câncer de testículo com radioterapia e quimioterapia, que o deixaram sem capacidade reprodutiva.

A baby was born from an embryo frozen almost twenty years ago.

Because of a new technique developed by reproductive scientists at the Jones Institute for Reproductive Medicine at the Eastern School of Medicine at Norfolk, Virginia, a forty-two-year-old woman gave birth to an embryo that was frozen almost twenty years ago.

The woman, who received two embryos, had a low ovarian reserve, in other words a low supply of available eggs, and she started fertilization treatment ten years ago.

The doctors thawed five embryos that had been donated anonymously by a couple who received fertilization treatment at the clinic twenty years ago.

Of the thawed embryos, two survived and were transferred to the uterus of the patient, and she gave birth to a boy who was born healthy.

The case was reported in a scientific paper in the journal “Fertility and Sterility,” of the American Society for Reproductive Medicine.

The team, led by Dr Sergio Oehninger, said it knows of no case of pregnancy in which a human embryo remained frozen for such a long time–nineteen years and seven months.

Freezing biologically suspends the biological development of cells, and scientists argue that an embryo can remain in this state for decades.

Until now, the longest an embryo has remained frozen before being transferred to the uterus and produced a baby was thirteen years in a case in Spain.

In Brazil, the record holder is a woman from Sao Paulo, who gave birth to a baby born from an embryo that had been frozen for eight years.

There are also cases of patients who freeze their reproductive cells for therapeutic purposes before treatments that can leave them infertile.

In 2004, a couple had a child from sperm that had remained frozen for 21 years.

In this case, the father had frozen his sperm at the age of seventeen, before starting to treat a testicular cancer with radio- and chemotherapy, which left him with no reproductive capabilities.

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