Plus que 1 billion de personas suffre de fame in le mundo.

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Un studio del Institution Intertional de Investigation sur Politicas Alimentari (IFPRI, in su acronymo anglese) indica que al minus 1 billion de personas (presso un septimo del population mundial) suffre de disnutrition.

In le America latin, le situation es considerate “grave” in Bolivia, Guatemala, e in Haiti.

Le studio, titulate “Indice Global del Fame 2010”, monstra que le fame se revela principalmente per disnutrition inter le infantes. Le nivellos le plus alte se trova in le Africa subsaharan e in le sud de Asia.

Secundo le Organisation del Nationes Unite pro le Agricultura e le Securitate Alimentari (FAO), un esser human suffre de fame quando ille consume minus que 1.800 kilocalorias per die, le minimo pro haber un vita san e productive.

Le datos del studio monstra que le numero de personas disnutrite sta a crescer un altere vice post cader inter 1990 e 2006. Le explication es le crise economic e le augmento in le precios global del alimentos.

Le IFPRI considera le situation “extrememente alarmente” in tres paises, omnes african (Chad, Eritrea, e le Republica Democratic del Congo). Altere 26 paises vive in un situation que es simplemente “alarmante”.

In le hemispherio occidental, Bolivia, Guatemala, e Haiti ha le pejor indices in relation al falta de alimentos.

Le documento dice que il ha fame “moderate” in le America Central, con le exception de Costa Rica. Le situation es anque “moderate” in le majoritate del America del Sud, como in le Brasil, Uruguai, Argentina, e Chile, ubi il ha basse nivellos de disnutrition.

Le recercatores classificava le Brasil como un “caso de successo” in le question del fame. Secundo le studio, inter 1974 e 1975, 37% del infantes brasilian esseva subnutrite. Le indice cadeva a 7% inter 2006 e 2007, un melioramento attribuite al augmentos in le investimentos in programmas de nutrition, sanitate, e education occurrite desde le fin del annos 70.

Inter 1996 e 2007, multo del melioramento in le nutrition infantil se debeva a plus crèches pro infantes, rentas familiar plus grande, melioramentos in le attention al sanitate de matres e infantes, e plus grande provision de aqua e servicios sanaitari”, dice le studio, que anque cita le Bolsa Familia, evaluate como un “ben succedite programma de reduction de povressa que integra nutrition, sanitate, e objectivos de education”.

Iste programma, assi como altere politicas governamental, secundo le reporto, anque habeva un rolo importante in le mitigation del effectos del inequalitate, reducente le differentia in nutrition inter infantes povre e ric.

In despecto del progresso in paises como le Brasil e China, le studio monstra que le fame cresceva in nove paises (octo de illos in le Africa Subsaharan e le Korea del Nord).

Le pais con le pejor taxa de fame es le Republica Democratic del Congo, ubi le indice cresceva per 65%. In Burundi e in Madagascar, le medietate del infantes ha problemas in lor disvelopamento physic a causa del manco de un dieta adequate.

Pro le recercator Marie Ruell, un del autores del studio, “il es specialmente importante reducer le taxa de disnutrition inter le infantes con un etate inferior a duo annos. Post ille etate, le effectos negative del fame es irreversibile”.

Secundo le reporto, il es possibile reducer le disnutrition infantil per un tertio del nivello actual per meliorar le attention al sanitate e al dieta non solmente de infantes ma anque pro le matres gravide e matres qui sta a lactar.

Mais de 1 bilhão de pessoas passam fome no mundo.

Um estudo do Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares (IFPRI, na sigla em inglês) indica que ao menos 1 bilhão de pessoas (cerca de um sétimo da população mundial) sofrem de desnutrição.

Na América Latina, a situação é considerada “grave” na Bolívia, Guatemala e no Haiti.

A pesquisa, intitulada “Índice Global da Fome 2010”, mostra que a fome se revela principalmente por desnutrição entre as crianças. Os níveis mais altos se encontram na África Subsaariana e no sul da Ásia.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Segurança Alimentar (FAO), um ser humano passa fome quando consome menos de 1.800 quilocalorias por dia, o mínimo para levar uma vida saudável e produtiva.

Os dados do estudo apontam que o número de desnutridos voltou a crescer, após cair entre 1990 e 2006. A explicação é a crise econômica e o aumento nos preços globais dos alimentos.

O IFPRI considera a situação “extremamente alarmante” em três países, todos africanos (Chad, Eritreia e República Democrática do Congo). Outros 26 países vivem em uma situação que é simplesmente “alarmante”.

No hemisfério ocidental, a Bolívia, a Guatemala e o Haiti têm os piores índices em relação à falta de alimentos.

O documento diz que há fome “moderada” na América Central, com a exceção da Costa Rica. Também é “moderada” a situação na maioria da América do Sul, como no Brasil, Uruguai, Argentina e Chile, onde há baixos níveis de desnutrição.

Os pesquisadores classificam o Brasil como um “caso de sucesso” na questão da fome. Segundo o estudo, entre 1974 e 1975, 37% das crianças brasileiras eram subnutridas. O índice caiu para 7% entre 2006 e 2007, melhora atribuída aos aumentos nos investimentos em programas de nutrição, saúde e educação ocorridos desde o fim dos anos 70.

“Entre 1996 e 2007, muito da melhora na nutrição infantil se deveu a mais creches, rendas familiares maiores, melhoras no atendimento de mães e crianças e maior cobertura de suprimento de água e serviços sanitários”, diz o estudo, que também cita o Bolsa Família, avaliado como “um bem-sucedido programa de redução da pobreza que integra nutrição, saúde e metas de educação”.

Este programa, bem como outras políticas governamentais, de acordo com o relatório, também desempenhou um papel importante na mitigação dos efeitos da desigualdad, reduzindo a diferença em nutrição entre as crianças pobres e ricos.

Apesar do avanço em países como o Brasil e China, o estudo mostra que a fome cresceu em nove países (oito deles na África Subsaariana e a Coreia do Norte).

O país com a pior taxa de fome é a República Democrática do Congo, onde o índice cresceu 65%. Em Burundi e em Madagascar, a metade das crianças têm problemas no seu desenvolvimento físico por falta de uma dieta adequada.

Para a pesquisadora Marie Ruell, um dos autores do estudo, “é especialmente importante reduzir a taxa de desnutrição entre as crianças com idade inferior a dois anos. Após essa idade, os efeitos negativos da fome são irreversíveis”.

Segundo o informe, é possível reduzir a desnutrição infantil para um terço do nível atual melhorando os cuidados na saúde e na dieta não só de crianças como também de mães grávidas e mães que estão amamentando.

Over 1 billion people are hungry throughout the world.

A study by the International Food Policy Research Institute (IFPRI) indicates that at least one billion people (about one seventh of the population of the world) suffers from malnutrition.

In Latin America, the situation is “serious” in Bolivia, Guatemala and Haiti.

The study, entitled “Global Hunger Index 2010” shows that hunger is revealed primarily by malnutrition among children. The highest levels are found in sub-Saharan Africa and South Asia.

According to the United Nations Organization for Agriculture and Food Security (FAO), people are in a condition of starvation if they consume less than 1,800 kilocalories per day, the minimum for living a healthy and productive life.

The study data show that the number of undernourished people is growing again, after falling between 1990 and 2006. The explanation is the economic crisis and the increase in global food prices.

IFPRI considers the situation “extremely alarming” in three countries, all of them African (Chad, Eritrea and the Democratic Republic of the Congo). Another twenty-six countries live in conditions that are simply “alarming.”

In the western hemisphere, Bolivia, Guatemala and Haiti have the worst rates of food scarcity.

The document says there is “moderate” hunger in Central America, except for Costa Rica. The situation is also “moderate” in most of South America, as in Brazil, Uruguay, Argentina, and Chile, where there are low levels of malnutrition.

The researchers classified Brazil as a “success story” on the issue of hunger. According to the study, between 1974 and 1975 37% of Brazilian children were malnourished. The index fell to 7% between 2006 and 2007, an improvement attributed to increases in investments in nutrition programs, health, and education that have occurred since the late 70s.

Between 1996 and 2007, much of the improvement in infant nutrition was due to more day care, higher family incomes, improvements in the care of mothers and children, and a larger supply of water and sanitation services,” says the study, which also cites the Bolsa Família, rated as “a successful poverty reduction program that integrates nutrition, health and education goals.”

This program, as well as other government policies, according to the report, also played a major role in mitigating the effects of inequality, reducing the difference in nutrition between poor and rich children.

Despite advances in countries such as Brazil and China, the study shows that hunger grew in nine countries (eight of them in sub-Saharan Africa and North Korea).

The country with the worst rate of hunger is the Democratic Republic of the Congo, where the index rose by 65%. In Burundi and Madagascar, half the children have problems in their physical development through lack of an adequate diet.

For the researcher Marie Ruell, an author of the study, “it is especially important to reduce the rate of malnutrition among children less than two years old. After that age, the negative effects of hunger are irreversible.”

According to the report, it is possible to reduce child malnutrition to a third of the current level by improving care in the health and diet of not only children but also of pregnant mothers and mothers who are lactating.

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