Post duo annos de su administration, Barack Obama ha perdite multe popularitate inter le membros del electorato american.

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Le electiones legislative del duo de novembre essera vidite in le Statos Unite como un verdicto sur le duo prime annos del administration del presidente Barack Obama.

Si le sondages de opinion public e le analyses del scientistas politic es correcte, le votantes american va a exprimer lor disappuntamento con le presidente al dar al republcanos un majoritate in le Camera del Diputatos.

Le ultime calculos de analystas politic indica que le republicanos pote ganiar usque 50 sedes in le Camera. Con illo, illes habera un majoritate de 230 diputatos, lassante le democratas con 205 sedes.

In le Senato, le scenario remane incerte proque in multe statos le candidatos de ambe le partitos pare haber le appoio de 50% del electorato, ma le specialistas totevia se trova inclinate a creder que le majoritate del senatores del Statos Unite post le electiones de novembre essera republicanos.

Ma mesmo si le resultatos exacte del electiones se trova in dubita, le analystas se trova confidente que le membros del nove Congresso essera multo minus favorabile a Obama.

In interviews con diverse jornales in le ultime septimanas, Obama discuteva le diverse complimentos de su governamento usque nunc e diceva que in le proxime duo annos, ille va a dedicar un quantitate de tempore plus grande a essayar a arrivar a un consenso con omne le membros del Congresso. Ille anque diceva que le democratas debera demonstrar “un sentimento de humilitate” sur lor relationes con le republicanos in lor effortios pro disveloppar nove programmas legislative.

In su duo prime annos in le Casa Blanc, Obama travaliava sur alicun projectos ambitiose, como le reformas del systema de sanitate e le systema de regulation financial. Ma iste effortios ha causate damno al popularitate del presidente, e su indice de approbation cadeva de 65%, quando ille assumeva le presidentia, usque su nivello actual de 47%. Analystas politic dice que a causa de iste reduction e le impatientia traditional del americanos, illes non crede que le cambios sta a arrivar tan rapidemente como illes deberea.

Le grande problema es le economia. Obama hereditava le crise plus grande desde le Grande Depression e, in despecto de que le Statos Unite nunc non se trova in un recession, le crescimento continua lentamente, e le taxa de disempleo totevia es presso 10%. Quando il ha problemas serie con le economia, le popularitate del presidente tende a esser fortemente reducite.

Obama cerca inspiration in le exemplo del democrata Bill Clinton, qui perdeva su majoritate in le Congresso in le electiones legislative de 1994, ma ille se re-eligeva duo annos postea.

Le Campania pro le re-election de Obama debe comenciar presso Martio, e lo que pare esser le grande menacia iste ano, le Tea Party, potera crear un triumpho pro le democratas in 2012.

Le Tea Party es un movimento conservative inter le republicanos que poterea adjuvar Obama in le proxime electiones. Alicunes del candidatos de iste movimento es considerate un parte del derecto radical e ha alienate non solmente le democratas ma anque multe republicanos. Le democratas spera que iste division inter le republicanos movera e le democratas e le republicanos al centro politic e reducera le influentia politic del republicanos in le Congresso post le electiones in novembre.

Ille division politic inter le republicanos poterea dar un secunde mandato presidential de un altere quatro annos a Obama. Ma le tendentias conservative in le Congresso anque pote significar que Obama, como Clinton ante ille, debera adopter multe programmas politic del conservativos o su secunde administration essera completemente paralysate. In le pasato, le americanos sovente ha preferite le paralyse politic al activismo politic proque illes time le programmas legislative del extreme leve e del extreme derecto.

Após dois anos de seu governo, Barack Obama perdeu muita popularidade entre os membros do eleitorado americano.

As eleições legislativas de 2 de novembro serão vistas nos Estados Unidos como um veredicto sobre os dois primeiros anos da administração do presidente Barack Obama.

Se as pesquisas de opinião pública e as análises dos cientistas políticos estão corretas, os eleitores americanos vão expressar sua decepção com o presidente ao dar aos republicanos a maioria na Câmara dos Deputados.

Os últimos cálculos de analistas politicos indicam que os republicanos podem ganhar até 50 cadeiras na Câmara. Com isso, ficariam com uma maioria de 230 deputados, deixando os democratas com 205 vagas.

No Senado, o cenário continua incerto uma vez que em muitos estados os candidatos de ambos os partidos parecem ter o apoio de 50% do eleitorado, mas os especialistas ainda estão inclinados a acreditar que a maioria dos senadores dos Estados Unidos após as eleições de novembro será republicanos.

Mas mesmo se os resultados exatos das eleições estão em dúvida, os analistas estão confiantes de que os membros do novo Congresso, serão muito menos favoráveis em relação a Obama.

Em entrevistas com vários jornais nas últimas semanas, Obama discutiu as realizações de seu governo até agora e disse que nos próximos dois anos, ele vai gastar mais tempo a tentar chegar a um consenso com todos os membros do Congresso. Ele também disse que os democratas terão de demonstrar “um sentimento de humildade” sobre suas relações com os republicanos em seus esforços para desenvolver novos programas legislativos.

Em seus dois primeiros anos na Casa Branca, Obama trabalhou em alguns projetos ambiciosos, como as reformas do sistema de cuidados de saúde e o sistema de regulação financeira. Mas estes esforços têm causado danos à popularidade do presidente, e seu índice de aprovação caiu de 65%, quando assumiu o cargo, até seu nível actual de 47%. Analistas políticos dizem que a causa dessa redução é a impaciência tradicional dos americanos, eles não acreditam que as mudanças estão chegando tão rapidamente como deveriam.

O grande problema é a economia. Obama herdou a maior crise desde a Grande Depressão e, apesar de os Estados Unidos não estarem mais em recessão, o crescimento continua lento, e a taxa de desemprego ainda é cerca de 10%. Quando há problemas sérios com a economia, a popularidade do presidente tende a ser fortemente reduzido.

Obama busca inspiração no exemplo do democrata Bill Clinton, que perdeu a maioria no Cogresso nas eleições legislativas de 1994 mas se reelegeu dois anos depois.

A campanha pela reeleição de Obama deve começar por volta de março, e o que parece ser a grande ameaça neste ano, o Tea Party, poderá se tornar o trunfo dos democratas em 2012.

O Tea Party é um movimento conservador entre os republicanos que poderia ajudar Obama nas próximas eleições. Alguns dos candidatos deste movimento são considerados parte da direita radical e têm alienado não só os democratas, mas também muitos republicanos. Os democratas esperam que esta divisão entre os republicanos conduzirá ambos democratas e republicanos para o centro político e reduzirá a influência política dos republicanos no Congresso após as eleições em novembro.

Essa divisão política entre os republicanos poderia dar um segundo mandato presidencial de quatro anos para Obama. Mas as tendências conservadoras no Congresso também podem significar que Obama, como Clinton antes dele, terá de adotar muitos programas políticos dos conservadores ou seu segundo governo ficará completamente paralisada. No passado, os americanos têm preferido frequentemente a paralisia política sobre ativismo político, porque eles estão com medo dos programas legislativos da extrema esquerda e extrema direita.

After two years of his administration, Barack Obama has lost a lot of popularity among members of the American electorate.

The legislative elections of November 2 will be seen in the United States as a verdict on the first two years of President Barack Obama’s administration.

If polls of the public mood and the analyses of political scientists are correct, American voters will express their disappointment with the president by giving Republicans a majority in the House of Representatives.

The latest estimates of political analysts suggest that the Republicans can win up to 50 seats in the House. With this, they would get a majority of 230 representatives, leaving the Democrats with 205 seats.

In the Senate the outcome remains unclear since in many states candidates from both parties seem to have the support of 50% of the electorate, but experts are still inclined to believe that the majority of U.S. senators after the elections in November will be Republicans.

But even if the exact results of the elections are in doubt, analysts are confident that the members of the new Congress will be much less favorable toward Obama.

In interviews with several newspapers in recent weeks, President Obama discussed the accomplishments of his administration up to now and said that over the next two years he will spend more time trying to reach a consensus with all members of Congress. He also said that Democrats will have to demonstrate “a sense of humility” about their relations with the Republicans in their efforts to develop new legislative programs.

In his first two years in the White House, Obama worked on some ambitious projects, such as reforms in the system of health care and the system of financial regulation. But these efforts have caused damage to the president’s popularity, and his approval ratings dropped from 65%, when he took office, down to its current level of 47% percent. Political analysts say that because of this reduction and the traditional impatience of Americans, they do not believe that changes are coming as rapidly as they should.

The big problem is the economy. Obama has inherited the greatest crisis since the Great Depression and, although the United States is no longer in recession, growth remains sluggish, and the unemployment rate is still around 10%. When there are serious problems with the economy, the President’s popularity tends to be heavily reduced.

Obama seeks inspiration in the example of Democrat Bill Clinton, who lost his majority in Congress in mid-term elections in 1994 but was reelected two years later.

The reelection campaign of Obama should begin around March, and what appears to be the big threat this year, the Tea Party, could become the Democrats’ triumph in 2012.

The Tea Party is a conservative movement among Republicans that could help Obama in the next election. Some of the candidates of this movement are considered to be part of the radical right and have alienated not only Democrats but also many Republicans. The democrats hope that this division among the Republicans will drive both Democrats and Republicans toward the political center and will reduce the political influence of the Republicans in the Congress after the elections in November.

This political division among Republicans could give a second four-year presidential term to Obama. But conservative trends in Congress could also mean that Obama, like Clinton before him, will have to adopt many political programs of the conservatives or his second administration will become completely paralyzed. In the past, Americans have often preferred political paralysis to political activism because they are frightened of the legislative programs of the far left and the far right.

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