Un judice de Espania applica un mulcta a un professor universitari qui diceva que le parapsychologos es charlatanes.

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Le Tribunal de Justitia de Albacete, in Espania, condemnava pro defamation Fernando Cuartero, del Universitate de Castilia La Mancha, qui diceva que le participantes in un seminario de mediums, videntes, e parapsychologos esseva charlatanes.

Quartero essayava a impedir le seminario, dicente que su participantes esseva “fraudatores vulgar”, e postea ille esseva processate per le personas qui organisava le evento.

Secundo le judice del caso, Otília Martínez Palácios, le critica de Cuartero habeva un characteristica de injuria e defamation.

“Dicer que le parapsychologia es un pseudoscientia es un critica social acceptate, ma illo non vole dicer que le parapsychologos es vulgar fraudatores”, diceva illa al annunciar le sententia.

“Iste expressiones non es necesse pro criticar un seminario”, addeva le judice, qui condemnava le professor a pagar un mulcta de 104 euros, con le costos del processo, e a facer un retraction public.

Le organisator del seminario qui portava le professor al tribunal, Rafael Campillo, diceva que le decision judicial es un victoria pro omnes qui defende le libertate religiose.

Io esseva surprendite con iste decision judicial. In le Statos Unite, le prime emendamento de nostre Constitution protege iste tipo de libertate de expression. Le personas religiose es libere a insultar le atheos de ulle maniera que illes vole. E le atheos es libere a retornar lor insultos. Io mesme pote dicer “Que se futue le religion”, pro exemplo, sin timor de ulle consequentia juridic!

Um juiz de Espanha aplica uma multa a um professor universitário que disse que os parapsicólogos são charlatães.

O Tribunal de Justiça de Albacete, na Espanha, condenou por difamação Fernando Cuartero, da Universidade de Castilla La Mancha, que disse que os participantes em um seminário de médiuns, videntes e parapsicólogos eram charlatães.

Cuartero tentou impedir o seminário, dizente que seus participantes eram “enganadores vulgares”, e então ele foi processado pelas pessoas que organizaram o evento.

Segundo a juíza do caso, Otília Martínez Palácios, a crítica de Cuartero teve caráter de injúria e difamação.

“Dizer que a parapsicologia é uma pseudociência é uma crítica social aceita, mas isso não quer dizer que os parapsicólogos sejam vulgares enganadores”, disse ela ao anunciar a sentença.

“Estas expressões são desnecessárias para criticar um seminário”, completou a juíza, que condenou o catedrático a pagar uma multa de 204 euros (R$ 483), com os custos do processo, e a fazer uma retratação pública.

O organizador do seminário que levou o catedrático aos tribunais, Rafael Campillo, disse que a decisão judicial é uma vitória de todos os que defendem a liberdade religiosa.

Fiquei surpreso com esta decisão judicial. Nos Estados Unidos, a Primeira Emenda da nossa Constituição protege esse tipo de liberdade de expressão. As pessoas religiosas são livres para insultar os ateus de qualquer forma que eles queram. E os ateus estão livres para retornar seus insultos. Eu mesmo posso dizer “Foda-se a religião”, por exemplo, sem receio de qualquer consequência jurídica!

A judge in Spain levies a fine on a college professor who said that parapsychologists are charlatans.

The Court of Justice in Albacete, Spain, found that Fernando Cuartero, of the University of Castilla La Mancha, who said that participants in a seminar of mediums, psychics, parapsychologists were charlatans, was guilty of slander.

Cuartero tried to keep the seminar from being held, saying that its participants were “vulgar swindlers,” and he was then sued by the people who organized the event.

According to the judge of the case, Otilia Martínez Palacios, Cuartero’s criticism had characteristics of slander and defamation.

“Calling of parapsychology a pseudoscience is an accepted social criticism, but that does not mean that parapsychologists are vulgar swindlers,” she said in announcing the sentence.

“These expressions are unnecessary for criticizing a seminar,” added the judge, who sentenced the professor to pay a fine of 204 euros ($286), along with court costs, and to make a public retraction.

The seminar organizer who took the professor to court, Rafael Campillo, said the ruling is a victory for all those who defend religious liberty.

I was surprised by this judicial decision. In the United States, the first amendment of our constituion protects this kind of freedom of expression. Religious people are free to insult atheists in any way they want. And atheists are free to return their insults. I myself can say “Fuck religion,” for example, without fear of any legal consequences!

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