China sta a contemplar le promulgation de un lege que obliga le filios a visitar e cuidar lor patres vetule.

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Le population vetule sta a augmentar in China, e le governamento Chinese sta a considerar le promulgation de un lege que obligarea legalmente le filios de patres vetule a visitar les. Le pais actualmente ha quasi 170 milliones de personas plus vetule que 60 annos e, a causa de illo, non pote ignorar le problema de custodiar personas vetule.

Le lege, si illo es approbate, permitterea le personas vetule qui es ignorate per lor filios a utilisar le systema judicial pro revindicar le derecto de reciper attention physic e psychologic.

Custodiar patres es parte del cultura traditional chinese. Ma in annos recente le grande migration internal e le pressiones del mercato de travalio ha causate le debilitation del ligamines de familia.

China jam ha un lege de Protection del Derectos e Interesses del vetules que intrava in vigor in 1996 ma que non ha essite modificate desde su promulgation, secundo le sito de novas China Daily.

Secundo Wu Ming, del Ministerio de Affaires Civil de China, si le amendamento al lege entra in vigor, le systema legal del pais non potera continuar a rejectar le casos de vetules qui non recipe attention adequate de lor filios.

Secundo le statisticas del Consilio National del Vetustate de China, al final de 2009 le pais habeva 167 milliones de personas plus que 60 annos de etate e presso 19 milliones plus que 80, e plus que le medietate del personas con etates plus alte que 60 annos vive sol, e le situation es pejor in le citates, ubi presso 70% del vetules vive sol.

Secundo le Ministerio de Affaires Civil, China actualmente ha 38 mille casas de reposo pro le vetules, con presso 2,7 milliones de lectos e plus que 2,1 milliones de vetules qui vive in iste casas.

Multe specialistas ha laudate le amendamento proponite al lege de 1996, ma illes ha addite que il essera multo difficile applicar le nove legislation.

Qian Jun, un advocato de Beijing, affirmava que illo esserea impossibile applicar visitas obligatori al filios del patres proque illo violarea le libertate personal del filios.

“Sub le obligation legal, le filios de iste vetules resentirea deber attender les. Lor servicios esserea probabilemente de qualitate inferior, e il es melio dar a illes un certe education moral, dicente a illes que, eventualmente, illes mesmes debera confrontar le problema de inveteration”, diceva le advocato.

A China está contemplando a promulgação de uma lei que obriga as crianças a visitar e cuidar dos pais idosos.

A população idosa está aumentando na China, e o governo chinês está considerando a promulgação de uma lei que obrigaria legalmente os filhos de pais idosos para visitá-los. O país atualmente tem quase 170 milhões de pessoas acima dos 60 anos e, por isso, não pode ignorar o problema dos cuidados com os idosos.

A lei, se aprovada, permitiria às pessoas idosas que são ignorados por seus filhos a utilizar o sistema judicial para reivindicar o direito de receber cuidados físicos e psicológicos.

Cuidar dos pais é parte da cultura tradicional chinesa. Mas, nos últimos anos, a grande migração interna e as pressões do mercado de trabalho levaram ao enfraquecimento dos laços de família.

A China já tem uma lei de Proteção dos Direitos e Interesses dos Idosos, que entrou em vigor em 1996 mas ainda não passou por nenhuma modificação, de acordo com o site de notícias China Daily.

Segundo Wu Ming, do Ministério de Negócios Civis da China, se a emenda à lei entrar em vigor, o sistema legal do país não poderá mais rejeitar os casos de idosos que não recebam os cuidados adequados de seus filhos.

De acordo com estatísticas do Comitê Nacional de Envelhecimento da China, no final de 2009 o país tinha 167 milhões de pessoas acima de 60 anos e cerca de 19 milhões com mais de 80, e mais da metade das pessoas acima de 60 anos vivem sozinhas, e a situação é pior nas cidades, onde cerca de 70% dos idosos vivem sozinhos.

De acordo com o Ministério dos Negócios Civis, a China atualmente tem mais de 38 mil casas de repouso para idosos, com cerca de 2,7 milhões de leitos e mais de 2,1 milhões de idosos que moram nestas casas.

Muitos especialistas elogiaram a proposta de emenda à lei de 1996, mas acrescentaram que será muito difícil aplicar a nova legislação.

Qian Jun, advogado de Pequim, afirmou que seria impossível aplicar a obrigatoriedade da visita aos pais, pois ela violaria a liberdade pessoal dos filhos.

“Sob a obrigação legal, os filhos desses idosos se ressentem de ter que atendê-los. Seus serviços seriam provavelmente de qualidade inferior, e é melhor dar-lhes uma certa educação moral, dizendo-lhes que, eventualmente, eles próprios terão de enfrentar o problema do envelhecimento”, disse o advogado.

China is contemplating the enactment of a law that requires children to visit and take care of their elderly parents.

The population of elderly people is increasing in China, and the Chinese government is considering the enactment of a law that would legally oblige the children of elderly parents to visit them. The country currently has nearly 170 million people above 60 years of age and therefore cannot ignore the problem of care for the elderly.

The law, if enacted, would allow elderly people who are ignored by their children to use the court system to claim the right to receive physical and psychological care.

Caring for parents is part of traditional Chinese culture. But in recent years, vast internal migration and labor-market pressures have led to the weakening of family ties.

China already has a law on Protection of the Rights and Interests of the Elderly, which came into force in 1996, but which has not been changed since its enactment, according to the news site China Daily.

According to Wu Ming, of China’s Ministry of Civil Affairs, if the amendment to the law comes into effect, the legal system of the country can no longer reject the cases of elderly people who do not receive appropriate care for their children.

According to statistics from the National Committee on Aging of China, in late 2009 the country had 167 million people more than sixty years old, and about nineteen million people over eighty, and more than half of its people over sixty live alone, and the situation is worse in the cities, where about 70% of the elderly live by themselves.

According to the Ministry of Civil Affairs, China now has more than 38,000 homes for the elderly, with about 2.7 million beds and more than 2.1 million elderly people who are living in these homes.

Many experts have praised the proposed amendment to the 1996 law but added that it will be very difficult to enforce the new legislation.

Qian Jun, a Beijing lawyer, said it would be impossible to enforce mandatory parental visits because it would violate the personal freedom of the children.

“Under legal compulsion, the children of these elderly people would resent having to serve them. Their services would probably be of an inferior quality, and it is better to provide them with a certain moral education, telling them that eventually they themselves will be facing the problem of aging”, said the lawyer.

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