Egypto non curre le risco de converter se in un regime islamic, secundo alicun analystas.

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Un gruppo de analystas britannic non crede que il es probabile que post le presidentia de Mubarak, Egypto va a esser governate per un regime Islamic.

In un interview con le rete american de television ABC, Mubarak diceva que le Fraternitate Musulman poterea facer uso de un vacuo de poter in Egypto pro assumer le controlo de su governamento. Ille idea provoca timor inter alicun politicos europee e american, qui non vole altere governamentos islamic, como illo de Iran, assi como nove organisationes simile a Hamas.

Ma pro Paul Rogers, consultor de securitate pro le Oxford Research Group, iste timor non ha ulle fundamento. “Le Fraternitate Musulman recipeva presso 20% del votos in le ultime electiones, que esseva fraudate”, ille diceva. “Ma si le electiones habeva essite honeste, illes poterea haber recipite 30% del votos. Io non crede que in un eventual cadita de Mubarak, le gruppo poterea ganiar un majoritate del votos e ganiar le controlo total del governamento, ma il es possibile que illo poterea devenir un factor potente in le construction de un governamento de coalition viabile.”

Roberts anque observava que le musulmanes non esseva le sol gruppo que se opone a Mubarak. Su opposition anque consiste de christianos egyptian e del diverse classes social.

Pro George Joffé, un recercator del centro de studios international del Universitate de Cambridge, qui se specialisa in le nord de Africa, “le Fraternitate Musulman essera un influentia importante, ma pacific”, e un regime Islamic non es un possibilitate.

Le jornal american “The New York Times” reportava que le governamento de Obama sta a discuter con autoritates egyptian un proposition que Mubarak se dimitte immediatemente e passa le poter a un governamento de transition gerite per le vice-presidente Omar Suleiman, con le appoio del armea del pais.

Pro Joffé, mesmo si Mubarak cade, le regime egyptian se mantenera, ben que illo facera alicun concessiones al demandas del population egyptian, como cambios constitutional. “Mubarak ha facite fiasco, ma le regime detra ille es multo forte e, con le appoio forte del armea, illo non debe disapparer”, diceva Joffé, addente que, ben que le partitos de opposition cresce in medio del disturbios, illes non ha direction sufficientemente forte pro supercar le systema egyptian actual.

Joffé anque crede que Suleiman debe assumer le poter transitori, con appoio militar. “Il es le armea que debe dictar le rhythmo del cambios”, ille diceva.

Ma Paul Rogers crede que le regime totevia pote cader si le demonstrationes continua a crescer lentemente. “In ille scenario, le occurrentia de electiones juste dependera de Suleiman, qui totevia es un parte de iste vetule regime”, ille diceva. “Ille deberea convincer omnes que un election eventual essera juste e aperite a omne le partitos. E si Suleiman non pote convencer le populo de Egypto que le electiones essera honeste, io imagina que il pote haber nove rebelliones per le opposition.

Le analystas interviewate per le reporters del “New York Times” differe quanto al poter del influentia del communitate international sur le destino del governamento egyptian.

Le demonstrationes ha attrahite non solmente islamicos, diceva Rogers. E ben que ille crede que le influentia american pote haber alicun significantia, le poter del Statos Unite pro afficer le disveloppamento del eventos in Egypto totevia es assatis limitate.

“Io anque non vide ulle rolo pro le communitate international in le resolution de iste crise a causa de su mal comportamento in le mundo arabe”, diceva Rogers. Ille anque non crede que le revoltas in le mundo arabe va a causar le cadita de governamentos in le Oriente Medie. “Totevia”, ille concludeva “le regimes facera alicun cambios con concessiones minime pro pacificar le opposition.”

Rogers crede que il es prematur parlar de un rebellion regional. “On debe considerar cata pais individual”, diceva ille. “Algeria pare haber su affaires ben controlate. Libya ha le ricchessa de petroleo pro subsidiar su economia. Morocco ha un rege musulman popular. In Yemen le cosas forsan evolvera plus rapidemente. Ma, in despecto de lor rigide structuras autocratic, ille paises es multo differente inter se. A causa de illo io non crede que il es probabile que illes va a sequer le mesmo patrono de cambio que nos videva in le paises controlate per le Union Sovietic quando illo se disintegrava al fin del Guerra Frigide.

Egito não corre o risco de se converter em regime islâmico, segundo alguns analistas.

Um grupo de analistas britânicos não acreditam que é provável que depois da presidência de Mubarak, o Egipto vai ser governado por um regime islâmico.

Em uma entrevista com o americano rede de televisão ABC, Mubarak disse que a Irmandade Muçulmana poderia fazer uso de um vácuo de poder no Egito para assumir o controle de seu governo. Essa idéia provoca medo entre alguns políticos europeus e americanos, que não querem mais governos islâmicos, como o do Irã, assim como novas organizações similares ao Hamas.

Entretanto, para Paul Rogers, consultor de segurança para o Oxford Research Group, este temor é infundado. “A Irmandade Muçulmana recebeu cerca de 20% dos votos nas últimas eleições, que foram fraudadas”, disse ele. “Mas se as eleições tivessem sido honestas, eles poderiam ter recebido 30% dos votos. Eu não acho que com a eventual queda de Mubarak o grupo vá ser capaz de obter uma maioria dos votos e ganhar o controle total do governo, mas é possível que poderia se tornar um fator poderoso na construção de um governo de coalizão viável.

Rogers observou também que os muçulmanos não são o único grupo que se opõe a Mubarak. Sua oposição também consiste de cristãos egípcios e de várias classes sociais.

Para George Joffé, pesquisador do centro de estudos internacionais da Universidade de Cambridge, que se especializa no norte da África, “a Irmandade Muçulmana será uma influência importante, mas pacífica”, e um regime islâmico não é uma possibilidade.

O jornal americano “The New York Times” noticiou que o governo Obama está discutindo com autoridades egípcias uma proposta para que Mubarak renuncie imediatamente e passe o poder a um governo de transição liderado pelo vice-presidente Omar Suleiman, com o apoio do exército do país.

Para Joffé, mesmo si Mubarak caír, o regime egípcio se manterá, embora irá fazer algumas concessões para as demandas da população egípcia como mudanças constitucionais. “Mubarak falhou, mas o regime por trás dele é muito forte e, com forte sustentação do exército, não deve desaparecer”, opinou Joffé, agregando que, ainda que os partidos de oposição cresçam em meio aos distúrbios, eles não têm uma liderança suficientemente forte para depor o sistema egípcio atual.

Joffé também acredita que Suleiman deve assumir o poder transitório, com apoio militar. “É o exército quem deve ditar o ritmo das mudanças”, disse.

Mas Paul Rogers acredita que o regime ainda pode cair se as manifestações continuarem a crescer lentamente. “Nesse cenário, a ocorrência de eleições justas dependerá de Suleiman, que ainda é parte deste velho regime”, disse. “Ele teria de convencer todos que um eventual eleção será justo e aberto a todos os partidos. E, se Suleiman não puder convencer o povo do Egito que as eleições serão honestas, eu imagino que possa haver novos levantes da oposição

Os analistas ouvidos pelos repórteres do “New York Times” divergem quanto ao poder de influência da comunidade internacional sobre o destino do governo egípcio.

As manifestações têm atraído não apenas os muçulmanos, disse Rogers. E embora ele acredita que a influência americana pode ter algum significado, o poder dos Estados Unidos para afetar o desenvolvimento dos acontecimentos no Egito ainda é bastante limitada.

“Também não vejo nenhuma função para a comunidade internacional na resolução desta crise por causa de seu mau comportamento no mundo árabe”, disse Rogers. Ele também não acredita que as revoltas no mundo árabe vão causar a queda de governos no Oriente Médio. “Ainda assim”, concluiu ele “os regimes farão algumas alterações com concessões mínimas para pacificar a oposição.”

Rogers acha que é prematuro falar sobre um levante regional. “É preciso olhar país por país”, disse. “A Argélia parece ter as coisas sob controle. A Líbia tem a riqueza do petróleo para subsidiar a economia. O Marrocos tem um rei islâmico popular. No Iêmen talvez as coisas evoluam mais rapidamente. Mas, apesar de suas rígidas estruturas autocratas, esses países são muito diferentes entre si. Por isso, e eu não acredito que é provável que eles vão seguir o mesmo padrão de mudança que vimos nos países controlados pela União Soviética, quando ela se desintegrou no final da Guerra Fria.

Egypt is not at risk of becoming an Islamic regime, according to some analysts.

A group of U.K. analysts does not believe that it is probable that after Mubarak’s presidency, Egypt will be ruled by an Islamic regime.

In an interview with the American television network ABC, Mubarak said that the Muslim Brotherhood could make use of a power vacuum in Egypt to take control of its government. This idea provokes fear among some European and American politicians, who want no more Islamic governments like the one in Iran, as well as new organizations similar to Hamas.

However, for Paul Rogers, a security consultant to the Oxford Research Group, this fear is unfounded. “The Muslim Brotherhood received about 20% of the votes in the last elections, which were rigged”, he said. “But if the elections had been honest, they might have received 30% of the votes. I do not think that with Mubarak’s eventual downfall the group would be able to get a majority of the votes and gain total control of the government, but it is possible that it could become a powerful factor in building a viable coalition government.”

Rogers also noted that Muslims are not the only group that opposes Mubarak. His opposition also consists of Christians and Egyptians from various social classes.

For George Joffé, a researcher at the Center for International Studies at Cambridge University who specializes in North Africa, “the Muslim Brotherhood is an important influence, but a peaceful one,” and an Islamic regime is not a possibility.

The “The New York Times” reported that Obama is discussing a proposal with Egyptian authorities for Mubarak to immediately resign and pass power on to a transitional government headed by Vice President Omar Suleiman, with the support of the country’s Army.

To Joffé, even if Mubarak falls, the Egyptian regime will be maintained, though it will make some concessions to the Egyptian population’s demands, such as constitutional changes. “Mubarak has failed, but the regime behind him is very strong and, with strong support from the army, it should not disappear,” said Joffé, adding that even though opposition parties are growing amid the disorders, they do not have a sufficiently strong leadership to overthrow the current Egyptian system.

Joffé also believes that Suleiman to should assume temporary power, with military support. “It’s the army that should dictate the pace of change,” he said.

But Paul Rogers believes the scheme could still fall if the demonstrations continue to slowly grow. “In this scenario, the occurrence of fair elections depends on Suleiman, who is still part of the old regime,” he said. “He would have to convince everyone that an eventual election will be fair and open to all parties. And if Suleiman cannot convince the people of Egypt that the elections will be honest, I imagine that there may be new uprisings by the opposition.”

Analysts interviewed by reporters from the “New York Times” differ on the power of the international community to influence the Egyptian government.

The demonstrations have attracted not only Muslims, Rogers said. And while he believes that American influence may have some significance, the power of the United States to affect the development of events in Egypt s still quite limited.

“I also see no role for the international community in the resolution of this crisis because of their bad behavior in the Arab world,” Rogers said. He also does not believe that the uprisings in the Arab world will cause the downfall of governments in the Middle East. “Regimes will make some changes,” he concluded, “with minimal concessions to pacify the opposition.”

Rogers thinks it’s premature to talk about a regional uprising. “You have to consider each individual country,” he said. “Algeria seems to have things under control. Libya has oil wealth to subsidize the economy. Morocco has a popular Muslim king. In Yemen things could evolve faster. But despite their rigid autocratic structures, these countries are very different among themselves. For that reason, I do not believe it is likely that they will follow the same pattern of change we saw in countries controlled by the Soviet Union when it disintegrated at the end of the Cold War.

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