Mubarak se dimitte del presidentia de Egypto!

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Le presidente Hosni Mubarak se dimitteva del presidentia de Egypto. Le leader de un del plus despotic regimes del Oriente Medie, ille non superviveva le 18 dies de protestos in le stratas de Egypto, le quales attraheva milliones de personas.

Le movemento non ha ulle leaders clar o tendentias politic ben definite. Le evento reuniva le musulmanes, le christianos, e un varietate de ideologias differente. Le Fraternitate Musulman, que habeva essite prohibite per le governamento egyptian, se ha unite al choro de personas infelice, e Mohammed ElBaradei, le ex-chef del Commission de Energia Atomic del Nationes Unite, se presentava como un potential leader del massas.

Le futuro de Egypto totevia deve esser definite, e inter le spectatores le plus attente se trova tres governamentos con passatos e agendas politic multo differente, Israel, Iran, e le Statos Unite.

Israel e Iran frueva de un certe conforto con le regime de Mubarak. Con ille Israel manteneva un pace essential pro le securitate de un grande parte de su territorio. Washington haveva in Mubarak su melior aliato in le mundo arabe qui al mesme tempore controlava le avantiamento fundamentaliste e garantiva le stabilitate de Israel. Nunc le tres paises, con motivos differente, debe adaptar se al realitate ambigue del revolta egyptian.

Le regime islamic de Iran, in despecto de vider con alicun optimismo le possibile advantiamento del ideologias egyptian que es contrarie al interesses del Occidente, va a resister le idea que le voce del populo sempre merita esser audite. Le recente eventos in Cairo demonstra, nonobstante, que le potentias estranie debera acceptar le voluntate del egyptianos e lor emergente institutiones politic.

Un nove generation de citatnos vadeva al stratas pro subverter un regime que illes jam non poteva tolerar, e illes faceva isto sin copiar o responder al appello de alicun leader politic. Sia que sia le cammino prendite per Egypto, le pais pare star a evoluer de un maniera spontanee e independente.

Mubarak renuncia à presidência do Egito!

O presidente Hosni Mubarak renunciou à presidência do Egito. O líder de um dos mais despóticos regimes do Oriente Médio, ele não sobreviveu aos 18 dias de protestos nas ruas do Egito, que atraíram milhões de pessoas.

O movimento não tem qualquer líderes claros ou tendências políticas bem definidas. O evento reuniu os muçulmanos, os cristãos, e uma variedade de ideologias diferentes. A Irmandade Muçulmana, que tinha sido banida pelo governo egípcio, juntou-se ao coro de pessoas infelizes, e Mohamed ElBaradei, o ex-chefe da Comissão de Energia Atômica das Nações Unidas de Energia Atômica, apresentou-se como um potencial líder das massas.

O futuro do Egito ainda debe ser definido, e entre os espectadores mais atentos estão três governos com passados e agendas políticas muito diferentes, Israel, Irã e os Estados Unidos.

Israel e Irã gozavam de um certo conforto com o regime de Mubarak. Com ele Israel manteve uma paz essencial para a segurança de grande parte do seu território. Washington tinha em Mubarak o maior aliado no mundo árabe que ao mesmo tempo controlava o avanço fundamentalista e garantia a estabilidade de Israel.

E o Irão, adversário de países sunitas como o Egito, acreditava juntamente com Mubarak que a democracia plena não era uma alternativa viável para a região. Agora os três países, por razões diferentes, devem se adaptar à realidade ambígua da revolta egípcia.

O regime islâmico do Irã, apesar de ver com algum optimismo o possível avanço das ideologias egípcias que são contrárias aos interesses do Ocidente, vai resistir à idéia de que a voz do povo sempre merece ser ouvido. Os recentes acontecimentos no Cairo demonstram, no entanto, que as potências estrangeiras terão de aceitar a vontade dos egípcios e seus emergentes instituições políticas.

Uma nova geração de cidadãos saíram às ruas para derrubar um regime que já não podiam tolerar, e eles fizeram isso sem copiar ninguém nem atender a chamada de algum líder político. Seja qual for o caminho que será tomado pelo Egito, o país parece estar evoluindo de forma espontânea e independente.

Mubarak resigns from the presidency of Egypt!

President Hosni Mubarak has resigned from the Egyptian presidency. The leader of one of the most despotic regimes in the Middle East, he did not survive the eighteen days of protests in the streets of Egypt, which attracted millions of people.

The movement did not have any clear leaders or well-defined political trends. It brought together Muslims, Christians, and a variety of different ideologies. The Muslim Brotherhood, which had been banned by the Egyptian government, has joined the chorus of unhappy people, and Mohamed ElBaradei, the former head of the United Nations Atomic Energy Commission, presented himself as a potential leader of the masses.

The future of Egypt must yet be defined, and among the most attentive spectators are three governments with very different past histories and very different policies.

Israel and Iran enjoyed a certain comfort with the Mubarak regime. In Israel he maintained a peace essential to the security of much of its territory. Mubarak was Washington’s closest ally in the Arab world who simultaneously controlled the fundamentalist advance and guaranteed the stability of Israel.

And Iran, an adversary of Sunni nations like Egypt, believed along with Mubarak that full democracy was not a viable alternative for the region. Now the three countries, for different reasons, must adapt to the ambiguous reality of the Egyptian revolt.

The Islamic regime of Iran, despite seeing with some optimism the possible breakthrough of Egyptian ideologies that are contrary to the interests of the West, will resist the idea that the people’s voice always deserves to be heard. Recent events in Cairo demonstrate, however, that foreign powers will have to accept the will of the Egyptians and their emerging political institutions.

A new generation of citizens took to the streets to overthrow a regime that they could no longer tolerate, and they did so without copying anyone or answering the call of some political leader. Whatever the path that will be taken by Egypt, the country seems to be evolving spontaneously and independently.

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