Le Tribunal Penal International va a investigar Khadafi pro crimines contra le humanitate.

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Le accusator principal del Tribunal Penal International annunciava que ille va a investigar le leader Libyan, Muamma Gaddafi, su filios, e su principal assessores pro crimines contra le humanitate.

Affirmante que “nemo ha le derecto de massacrar civiles”, Luiz Moreno Ocampo diceva que le investigation essera impartial e que gruppos de opposition contra Gaddafi anque essera subjectate a investigation e a processos si on prova que crimines esseva committite in le battalia contra le regime libyan.

“Nos ha un mandato pro facer justitia e nos lo facera. Il non habera ulle immunitate”, dice le accusator.

“Nos ha informationes que alicun gruppos de opposition anque ha armas”, ille affirmava. “Io vole esser absolutemente clar: si gruppos de opposition committe crimines, illes anque essera investigate. Nos essera impartial.”

Milles de personas ha morite in Libya desde le 17 de februario, quando comenciava protestos in le pais contra le governamento de Gaddafi. Fortias de securitate del regime reageva con violentia, e le colonello Gaddafi ha promittite continuar a luctar, ben que ille ha perdite le controlo de un grande parte del pais.

Un portavoce del oppositores al regime de Gaddafi diceva que aviones del fortia aeree de Libya bombardava le aeroporto del citate e anque attaccava fortias rebelle in le citate proxime de Ajdabiya. Il non ha informationes sur mortos o feritos.

Le fortias loyal a Gadhafi arrivava a occupar le citate de Brega ma esseva rebattite per le rebellos e repulsate a un altere terminal de petroleo proxime, illo a Ras Lanuf.

Iste combattos lassava 14 mortos.

Moreno Ocampo diceva que le colonello Gaddafi, su circulo de sequetores, e alicunes ex su filios con autoritate de facto in le pais essera investigate, e anque altere personas con ligamines al governamento.

“Illes es le Ministerio de Affaires Exterior, le chef del servicio secrete militar, le chef de securitate personal de Gaddafi, e le chef del organisation de securitate externe Libyan”, diceva le accusator. “Si fortias sub le commando de iste personas committeva crimines, illes essera considerate criminalmente responsabile.”

Gruppos de manifestantes pacific esseva attaccate per fortias de securitate. In le proxime septimanas le accusator investigara qui es responsabile pro le crimines le plus serie committite in Libya.

Le violentia in Libya ha provocate un grande crise human in le frontiera del pais con Tunisia, con decenas de milles de estranieros trappate ibi sin poter voltar a lor focares.

Inter 80 e 90 mille personas jam fugiva a Tunisia desde le initio del protestos e decenas de milles totevia sta a sperar a transversar le frontiera, secundo le Nationes Unite.

Usque recentemente le majoritate del refugiatos esseva egyptianos, ma plus que 5 mille bengaleses transversava le frontiera, e il anque ha multe refugiatos del est de Asia.

Grande Britannia, Francia, Espania, e altere paises sta a arrangiar transporte de emergentia pro retirar personas reunite in le frontieras.

O Tribunal Penal Internacional vai investigar Khadafi por crimes contra a humanidade.

O promotor-chefe do Tribunal Penal Internacional anunciou que vai investigar o líder líbio, Muamar Khadafi, seus filhos e seus principais assessores por crimes contra a humanidade.

Afirmando que “ninguém tem o direito de massacrar civis”, Luiz Moreno-Ocampo disse que as investigações serão imparciais, e que grupos de oposição a Khadafi também estão sujeitos a investigação e a processos, se for provado que crimes foram cometidos na batalha contra o regime líbio.

“Temos um mandato para fazer justiça e faremos. Não haverá impunidade”, disse o promotor.

“Temos informações de que algum grupos de oposição também têm armas”, afirmou. “Quero ser absolutamente claro: se grupos de oposição cometerem crimes também serão investigados. Seremos imparciais.”

Milhares de pessoas teriam morrido na Líbia desde o dia 17 de fevereiro, quando começaram protestos no país contra o governo de Khadafi. Forças de segurança do regime reagiram com violência, e o coronel Khadafi vem prometendo continuar a lutar, apesar de ter perdido controle de grande parte do país.

Um porta-voz dos oposicionistas ao regime de Khadafi afirmou que aviões da força aérea da Libya bombardearam o aeroporto da cidade, além de atacar também forças rebeldes na cidade próxima de Ajdabiya. Não há informações de mortos ou feridos.

As forças leais a Khadafi chegaram a ocupar a cidade de Brega mas foram rechaçadas pelos rebeldes e empurradas para outro terminal de petróleo próximo, o de Ras Lanuf.

Esses combates deixaram 14 mortos.

Moreno-Ocampo disse que o coronel Khadafi, seu círculo de seguidores e alguns de seus filhos com autoridade de facto no país serão investigados, além de outras pessoas ligadas ao governo.

“Eles são o Ministério dos Negócios Exteriores, o chefe do serviço secreto militar, o chefe da segurança pessoal de Khadafi e o chefe da organização de segurança externa líbia”, disse o promoter. “Se forças sob o comando destas pessoas cometeram crimes, eles serão responsabilizados criminalmente.”

Grupos de manifestantes pacíficos foram atacados por forças de segurança. Nas próximas semanas o promoter investigará quem são os responsáveis pelos crimes mais sérios cometidos na Líbia”.

A violência na Líbia levou a uma grande crise humana na fronteira do país com a Tunísia, com dezenas de milhares de estrangeiros parados no local, sem poder ir para casa.

Entre 80 e 90 mil pessoas já fugiram para a Tunísia desde o início dos protestos e dezenas de milhares ainda estão esperando para cruzar a fronteira, de acordo com as Nações Unidas.

Até recentemente a maioria dos refugiados era de egípcios, mas mais de 5 mil bengaleses cruzaram a fronteira, e também há muitos refugiados do leste da Ásia.

Grã-Bretanha, França, Espanha e outros países estão realizando transportes de emergência para retirar as pessoas reunidas nas fronteiras.

The International Criminal Court is going to investigate Gaddafi for crimes against humanity.

The chief prosecutor of the International Criminal Court announced that he is going to investigate the Libyan leader, Muammar Gaddafi, his sons, and top aides for crimes against humanity.

Asserting that “nobody has the right to massacre civilians,” Luis Moreno-Ocampo said the investigation will be impartial and that groups opposed to Gaddafi will also be subjected to investigation and possibly trial if it is proved that crimes were committed in the battle against the Libyan regime.

“We have a mandate to do justice and we will. There will be no impunity,” the prosecutor said.

“We have received reports that some opposition groups also have guns,” he said. “I want to be absolutely clear: if opposition groups commit crimes, they will also be investigated. We will be completely fair.”

Thousands of people have died in Libya since Feb. 17 when they began protests in the country against Gaddafi’s government. Security forces of the regime reacted with violence, and Colonel Gaddafi has promised to continue fighting despite having lost control of much of the country.

A spokesman for the opposition to Gaddafi’s regime said Libyan air-force planes bombed the city’s airport and also attacked rebel forces in nearby Ajdabiya. There are no details about casualties.

Forces loyal to Gaddafi came to occupy the town of Brega but were repulsed by the rebels and pushed into another oil terminal, the one at Ras Lanuf.

These clashes left fourteen dead.

Moreno-Ocampo said that Colonel Gaddafi, his circle of followers, and some of their children with de facto authority in the country will be investigated, along with other people linked to the government.

“They are the Ministry of Foreign Affairs, the head of the military secret service, the chief of Gaddafi’s personal security force, and the head of the Libyan Foreign Security Organization,” said the prosecutor. “If the forces under the command of these people committed crimes, they are criminally responsible.”

Groups of peaceful demonstrators were attacked by security forces. In the coming weeks the prosecutor will investigate who is responsible for the most serious crimes committed in Libya.”

Violence in Libya has led to a major humanitarian crisis on its Tunisian border, with tens of thousands of foreigners stuck there and unable to go home.

Between eighty and ninety thousand people have fled to Tunisia since the protests began, and tens of thousands are still waiting to cross the border, according to the United Nations.

Until recently most refugees were Egyptians, but more than 5,000 Bangladeshis have crossed the border, and there are also many refugees from East Asia.

Great Britain, France, Spain and other countries are organizing emergency transport to move out people gathered at the border.

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